7 fêmeas do reino animal que são verdadeiras rainhas do sexo

Elas levam a fama de serem delicadas e submissas, mas essa não é uma realidade para muitas fêmeas do mundo animal, sabia? Pelo menos na hora do sexo, e até mesmo no comando de seus grupos, as fêmeas de várias espécies são quem lidera e tomam iniciativas.

Aliás, para sermos mais justos, algumas fêmeas do reino animal só precisam de seus machos para o acasalamento e, assim que a tarefa é cumprida, elas logo se livram deles, procurando outros parceiros ou, simplesmente, entregando-os à morte. Dá para imaginar isso?

O pior de tudo, como você vai ver, é a uma espécie de lagartos que nem de machos precisam se não quiserem. Isso porque, por reprodução assexuada com outras fêmeas, elas conseguem dar à luz.

Complicado tudo isso, não acha? Na lista abaixo, como você vai ver, listamos alguns outros fatos que mostram o quanto o mundo animal pode ser estranho e como algumas fêmeas são bem resolvidas na hora “H”.

Conheça 7 fêmeas do reino animal que são verdadeiras rainhas do sexo:

1. Chimpanzé

Segundo especialistas, as fêmeas dos chimpanzés são umas das mais bem resolvidas do mundo animal quando o assunto é a procriação. No período de ovulação, por exemplo, elas vão à “luta” e não costumam se contentar com um só parceiro por estação reprodutiva.

Elas fazem isso para garantir que engravidarão e para aumentar as chances de sobrevivência dos filhotes.

2. Cavalo-marinho

Embora eles sejam bonitinhos e aparentemente inocentes, suas fêmeas costumam ser bem lascivas na época do acasalamento. O mais engraçado de tudo é que são elas, a “meninas”, que depositam os óvulos nas bolsas abdominais dos machos para serem fecundados.

Com isso, são os “meninos” que carregam os bebês nessa espécie até estarem maduros para o nascimento, que acontece entre 20 e 21 dias após a fecundação.

3. Emas, emus e perdizes

As fêmeas dessas aves também são conhecidas por não medir esforços para aumentar o potencial reprodutivo. Por isso, assim como no caso dos chimpanzés, elas copulam com vários machos em uma só estação.

E, se você acha que elas “sossegam” depois de colocar os ovos, está completamente enganado! Assim que elas têm a ninhada, saem em busca de novos parceiros, enquanto o macho toma conta da cria, mesmo que os filhotes não sejam exatamente dele.

4. Lagarto do deserto

As fêmeas dessa espécie de répteis também são conhecidas na hora da reprodução. Típicos dos desertos dos Estados Unidos, as “garotas” costumam se envolver em uma espécie de cópula falsa, que estimula na produção assexuada de ovos, sem fertilização.

O resultado desse caso lésbico, digamos assim, são filhotinhas também fêmeas, que se tratam, praticamente, de clones das mães.

5. Formigas-de-fogo

Elas não são apenas boas na hora do “vamos ver”, mas também conseguem controlar a quantidade de machos e fêmeas da colônia, sabia? Isso porque as operárias matam seus irmãos quando ainda são larvas e a própria rainha controle de perto o acesso de espermatozoides armazenados nos ovos.

Assim, ovos que não são fertilizados geram fêmeas e ovos não fertilizados geram machos.

6. Hienas-pintadas

Para começar, é uma fêmea que lidera os grupos dessa espécie de hiena. Elas são animais maiores e mais agressivos que os machos do bando e possuem o que a ciência chama de pseudopênis de quase 15 centímetros!

E sim, a fêmea alfa, digamos assim, usa seu “instrumento especial” em outras fêmeas do bando, a fim de se reafirmar sobre os demais integrantes.

O mais bizarro de tudo é que é também por meio desse “negócio” que nascem os filhotes, já que ele é bastante elástico. A fecundação real, feita pelos machos, também é por meio desse pseudopênis, que se retrai na hora da penetração.

7. Abelhas domésticas

No caso das abelhas, são as rainhas que se reproduzem. Mas, o mais chocante de tudo é que várias delas brigam para ver quem fará o voo nupcial, que garante a chance de ser inseminada por 15 ou mais machos seguidos e de botar até 3 mil ovos em um só dia!

E os problemas não passam por aí. Quando os machos acabam o serviço, eles perdem seus órgãos masculinos, que ficam presos na abelha e morrem. Os espermatozoides, então, ficam armazenados em uma espécie de bolsa, chamada espermateca.

Mas, isso, claro acontece em frações de segundos, até o próximo macho se aproximar e reclamar sua cópula de direto. Não sem antes retirar o órgão do triste candidato anterior.

Mais uma vez, a ciência explica esse tipo de comportamento como uma garantir de que a prole nascerá mais resistente a doenças e com características diferentes.

Viu só como essas “garotinhas” não brincam em serviço? Agora, falando no reino animal, você pode gostar de conferir ainda: 12 flagrantes adoráveis de animais com seus filhotes.

Fonte: Mundo Estranho