Espinhas: 10 principais causas do problema e como tratá-las

Quem não sofre com o problema pode até achar que tanto desespero não passa de drama, mas só quem tem espinhas sabe o tormento que é ver as erupções inflamadas surgirem no rosto, no pescoço, nos ombros e nas costas e até mesmo na cabeça.

Mas, afinal de contas, porque isso acontece? Fatores externos podem aumentar o aparecimento de espinhas ou isso é um problema genético? Se você tem essas dúvidas, esse post foi feito para você.

O que são as espinhas?

A primeira coisa que é preciso saber sobre as espinhas é que elas também podem ser chamadas de acnes. Especialistas explicam que elas se tratam de uma doença que provoca obstrução das glândulas de gordura da pele, causando informações e erupções.

Embora algumas pessoas nasçam com predisposição ao problema, uma série de fatores podem influenciar na produção de oleosidade da pele ou o acúmulo de bactérias, facilitando o aparecimento das temidas espinhas.

Abaixo, como você vai ver, listamos alguns dos principais causadores das espinhas e mencionamos também quais os melhores métodos para tratar cada um dos casos. Mas, claro, tenha em mente que nenhum de nossos conselhos aqui descritos substitui uma consulta médica ou a prescrição de remédios e cosméticos indicados por um especialista.

Conheça os 10 principais causas das espinhas:

1. Idade

A fase da vida em que as espinhas mais costumam aparecer é entre os 12 e os 18 anos, ou seja, durante a adolescência. Isso porque há um aumento expressivo na produção de hormônios no organismo que estimulam a oleosidade da pele.

Mas, claro, as espinhas também podem surgir em outras épocas da vida. No caso das mulheres, por exemplo, é possível que elas apareçam depois dos 30, caracterizando o que os especialistas chamam de acne tardia. Quando isso acontece, normalmente, é devido a alterações na quantidade de produção de sebo ou da queratina na pele, ou até mesmo devido a um maior acúmulo de bactérias.

Como tratar?

Nesses casos, o melhor a se fazer é procurar um dermatologista. Somente esse profissional saberá avaliar a pele e prescrever medicações e cosméticos que vão ajudar a recuperar a saúde da pele.

2. Não lavar o rosto

Outro fator que causa o aparecimento de espinhas é a falta de higienização adequada da pele. Isso contribui também para o aumento da oleosidade, o que acaba obstruindo os poros e facilitando que a acne e os cravinhos surjam.

Como tratar?

Se esse for o seu caso, o problema é simples de resolver: lave o rosto pelo menos 2 vezes ao dia, especialmente antes de dormir, com um sabonete apropriado para seu tipo de pele. Se sua pele foi muito oleosa, você pode aumentar a quantidade de lavagens para 3 ou 4 vezes ao dia.

Além disso, pela manhã e pela noite, é importante usar um tônico ou algum outro cosmético que proporcione a limpeza profunda dos poros.

3. Não tirar a maquiagem

 

Nunca, jamais, durma usando maquiagem. O acúmulo de produtos e de sujeira na pele, como já dissemos, obstrui os poros e acaba facilitando a formação de espinhas e de cravos.

Como tratar?

Se você tem tendência às espinhas, use maquiagens específicas para a pele oleosa, que são mais secas e livres de óleo. Mesmo assim, o ideal é deixa a pele respirar sempre que possível e, claro, tirar sempre e profundamente a maquiagem assim que chegar em casa ou, pelo menos, antes de dormir.

4. Usar produtos oleosos

Protetores solares e alguns tipos de hidratantes podem ser muito oleosos e acabar estimulando o aparecimento de espinhas.

Como tratar?

Caso note que um produto está causando espinhas, suspenda seu uso e escolha cosméticos apropriados para seu tipo de pele.

5. Alimentação desequilibrada

Alguns tipos de alimentos, como leite e derivados, doces, glúten e frituras podem aumentar bastante as chances de desenvolver espinhas. Eles alteram a produção hormonal e facilitam o aparecimento de inflamações na pele.

Como tratar?

A melhor coisa a se fazer nesse caso é procurar se alimentar de forma limpa e balanceada. Prefira proteínas magras, frutas e verduras e reduza os carboidratos, as guloseimas doces e fritas. Ingerir uma quantidade considerável de água por dia também ajuda bastante a limpar a pele.

6. Doenças hormonais

No caso das mulheres, a síndrome dos ovários policísticos, entre outras doenças hormonais, podem alterar bastante a quantidade de androgênios produzidos pelo organismo, ou seja, hormônios masculinos que atuam na produção de oleosidade da pele.

Além de desregular o organismo, esse tipo de problema facilita bastante o aparecimento de espinhas.

Como tratar?

Se você tem algum tipo de doença hormonal procure orientação médica. Alguns tipos de descontroles podem ser tratados até mesmo com anticoncepcionais, mas é preciso que um especialista avalie seu caso e faça o diagnóstico do seu problema.

7. Reação a medicamentos

Alguns tipos de medicamentos também pode aumentar bastante a oleosidade da pele e, claro, o aparecimento de espinhas. O corticoide e os anti-inflamatórios são bons exemplos disso.

Como tratar?

Se você tem tendência a espinhas ou se percebeu esse problema como efeito colateral de algum remédio, converse com seu médico sobre o assunto. Caso não seja possível substituir o remédio, o especialista pode indicar soluções paliativas durante o tratamento, como o uso de loções de limpeza, ácidos e assim por diante.

8. Sol em excesso

Além de correr risco de desenvolver um câncer de pele, a exposição excessiva da pele ao sol pode causar também as tão temidas espinhas. Isso acontece porque a radiação UV tende a acelerar a inflamação e a produção de oleosidade da pele, o que acaba facilitando o aparecimento de espinhas.

Como tratar?

Evite ficar exposto diretamente ao sol e, caso for à praia ou saia para uma caminha, por exemplo, escolha horários com menos radiação UV, como antes das 10h e depois das 16h. O uso de protetor solar apropriado para seu tipo de pele também é uma medida indispensável na prevenção das espinhas e das manchas que elas podem deixar na pele.

9. Predisposição genética

Às vezes, o fato de você ter espinhas com muita facilidade pode ser uma informação genética herdada de seus pais. Esse é o caso, por exemplo, de pessoas que têm espinhas muito grandes. Em grande parte, essas pessoas apresentam uma resistência maior a ter reações imunes e formar lesões inflamatórias na pele.

Como tratar?

Nesse caso, o mais indicado é procurar um dermatologista, especialmente se você tiver acne de uma maneira mais agressiva, como de graus II ou IV. Produtos tópicos e até mesmo medicamentos, como antibióticos ou isotretinoína, costumam ser receitados pelo especialista.

10. Gravidez

Se as espinhas começarem a brotar no período da gravidez, a causa mais provável é o aumento do hormônio da progesterona, que também aumenta a oleosidade da pele.

Como tratar?

Além de conversar com seu médico sobre o problema, lavar a pele com sabão neutro ou suave pelo menos 2 vezes ao dia ajuda bastante a amenizar o problema. Não deixe de secar bem o rosto depois disso.

Mas, como já falamos, uma conversa com seu médico é indispensável, já que o uso de alguns tipos de cosméticos é desaconselhado durante a gravidez, assim como os ácidos, os tratamentos com comprimidos e até mesmo os procedimentos estéticos.

E, se você quer saber como sua alimentação pode reduzir suas espinhas, não deixe de conferir também: Conheça os alimentos que ajudam a acabar com as espinhas.

Fonte: Tua Saúde