O salmão que você come pode estar envenenando você!

Ele é visto como um alimento sofisticado e, aparentemente, saudável. O problema, no entanto, é que o salmão que a maioria de nós consome aqui, no Brasil, e em muitos outros países; pode estar cheio de substâncias nocivas às saúde, como o mercúrio, que podem causar até mesmo câncer. Loucura, não?

Conforme estudos desenvolvidos em várias partes do mundo, o salmão mais encontrado no supermercado é cheio de antibióticos, estimulantes e outros produtos, inclusive encontrados no carvão (preveniente do petróleo), já que são criados fechados em criatórios e estão longo das verdadeiras substâncias que tornam sua carne saudável.

Até mesmo a cor do salmão falso é diferente da cor do salmão selvagem, que se reproduz na natureza, como você pode notar na imagem. Enquanto o salmão normal é vermelho, o salmão de criadouro é pálido e alaranjado.

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Salmão: falso x verdadeiro

Isso acontece, segundo os pesquisadores, porque a verdadeira coloração avermelhada do salmão vem de uma substância chamada astaxantina, encontrada naturalmente em algumas algas, plânctons e nos camarões, que são a base da alimentação desses peixes. No entanto, no cativeiro os salmões não têm acesso a esses alimentos e a astaxantina sintética é injetada na dieta dos peixes para que a carne fique tingida.

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Além disso, a ração dos peixes de criadouro é rica em farinha e óleo de peixe, que oferecem altos riscos de contaminação por dioxina e mercúrio, substâncias que podem desenvolver câncer em nosso organismo. Embora, atualmente, a ração desses bichos estejam sendo substituídas por composições de proteína de milho, soja e óleos vegetais, elas acabam ficando empobrecidas e exposto o salmão de cativeiro a uma gama maior de doenças.

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Para conter isso, sabe o que os criadores fazem? Aplicam nada menos que antibióticos, de todos os tipos, para que os salmões cresçam saudáveis. Isso, obviamente, vai para seu corpo, quando você o consome grelhado, assado ou cru, no restaurantes japas.

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“Peixe” por lebre

O grande problema é não existe um alerta aos consumidores para que eles diferenciem um tipo do outro. Em consequência disso, as pessoas podem estar se envenenando aos poucos, enquanto acreditam que estão tendo acesso a todas as propriedades benéficas do salmão selvagem.

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Aliás, para que você tenha noção do quanto o salmão de verdade é rico e poderoso para seu organismo, estudos já apontaram que a astaxantina natural age como antioxidante e anti-inflamatório, melhora o fluxo sanguíneo, reforça as membranas celulares, e é até mesmo um suplemento muscular para os que querem ficar “grandões”, capaz de aumentar em mais de 50% a resistência.

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Difícil de acreditar em mais essa fraude, não? Mas esse não é o único problema desse peixe. Como você vai ver nessa outra matéria, ele também está entre os alimentos que podem sumir devido ao aquecimento global.

Fonte: SOS Solteiros, Bulletproof