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Quebrar o pênis é possível? O que acontece? Será que dói?

Quebrar o pênis parece algo impossível, mas não é. Em casos mais graves, pode ser necessário até mesmo cirurgia para reconstrução do órgão.

Por Thamyris Fernandes

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“Ele” não tem osso, mas quebra, e quebra feio! Estamos falando de fraturas penianas, ou sobre quebrar o pênis.

E, embora pareça pouco provável, o problema costuma acontecer devido a posições arriscadas na hora H. Ou, até mesmo, durante relações íntimas sob muito estresse. Como, por exemplo, em locais desconfortáveis e até mesmo durante uma relação extraconjugal. Tenso não?

A notícia pode até ser engraçada quando acontece com desconhecidos. Contudo, quebrar o pênis é uma situação um pouco mais complicada. Aliás, depois dessa matéria, mesmo se você não for um homem, vai sentir um certo desconforto ao saber o que acontece nestes casos.

Isso porque, segundo especialistas, uma lesão peniana é muito pior, mais dolorosa e mais constrangedora que qualquer outra. Aliás, especialistas afirmam que esta é uma fratura muito pior que a quebra de um braço ou de uma perna. Dá para acreditar?

O que se sente ao quebrar o pênis?

Agora, quer saber como o médico conseguiu dimensionar essa dor? Observando e acompanhando o tratamento de 16 pacientes nada afortunados que enfrentaram esse problema (achou que ele tinha quebrado o danado, né?).

E os sintomas enfrentados por alguém que quebra o pênis parecem mesmo dolorosos. Isso porque, no momento da lesão, ouve-se um barulho que parece realmente que algum osso está sendo partido. Nesse momento, o tecido do pênis se rompe, causando a lesão muscular. Além disso, ocorre sangramento subcutâneo, ou seja, abaixo da pele; que faz com que o órgão ganhe uma coloração arroxeada e, dependendo do caso, ganhe uma bolsa escura no local da fratura.

Quebrou. E agora?

Se você está se perguntando o que fazer se isso acontecer, fique sabendo que correr contra o tempo é o melhor remédio quando alguém quebra o pênis. Deve-se, imediatamente, colocar compressas de gelo e procurar um médico.

O “desastre” costuma melhorar em, mais ou menos, 6 semanas (sem relações sexuais, obviamente) e tratamento pode incluir anti-inflamatórios e, em casos mais graves, pode ser necessário até mesmo cirurgia para reconstrução do órgão e ligação dos vasos sanguíneos rompidos.

Na maioria dos casos, não ocorrem danos permanentes, a não ser quando a lesão é muito intensa ou quando se demora a procurar ajuda médica. Sob essas circunstâncias, o indivíduo pode sofrer com disfunção erétil.

E aí, é tenso ou não é? Agora, já que estamos falando no assunto, essa matéria também pode lhe interessar: Qual a média mundial de tamanho do pênis?

Fonte: Tecmundo

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