4 formas científicas para deixar de amar alguém

Nada mais lindo que o amor, não é mesmo? Bom, mais ou menos. Isso porque, como você já deve ter notado por aí, o amor não correspondido pode ser a pior maldição de uns e outros, que deixa a vida literalmente se desalinhar por causa do fim de um relacionamento ou de um fora “caprichado”.

Mas, sabia que dor de cotovelo e “apaixonite aguda” têm cura? Segundo estudiosos de várias partes do mundo, a ciência já comprovou algumas formas eficientes (mas não milagrosas) de se esquecer alguém. Claro que para isso a pessoa precisa estar disposta e se esforçar bastante, uma vez que deixar de amar o ser amado não se trata de algo fácil e indolor, como uma receita de bolo.

O negócio, claro, é complicado e pode levar um tempo. No entanto, para quem precisa curar um amor não correspondido, as técnicas abaixo podem ajudar:

1. Largue o vício

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Não é exagero: o amor é entendido por nosso corpo como um vício! Conforme pesquisa da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, o amor intenso ativa uma região do cérebro associada com recompensas e vícios. Assim, o sentimento por outra pessoa causa o mesmo efeito cerebral que viciados em cocaína e cigarro, por exemplo, teriam quando eles antecipam a sensação de se drogar.

E, por ser um vício, os cientistas recomendam: trate um relacionamento acabado como um vício que precisa ser abandonado! Então, se mantenha o mais distante possível da pessoa amada, não a procure na internet ou na vida real; e, por fim, se livre de todos os objetos que remetem você a ela.

2. Pare de pensar no(a) infeliz!

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Claro que é mais fácil na teoria que na prática, mas é super eficiente se policiar para parar de pensar na pessoa que precisa ser esquecida. Assim, todas as vezes que se pegar lembrando do(a) infeliz, mude o comportamento na hora: comece a enfatizar todas as características negativas da pessoa.  A ideia é se convencer que foi um ótimo negócio ter saído do relacionamento falido.

Além disso, se manter ocupado pode ajudar bastante. Ler, sair, fazer outras coisas interessantes que lhe agradem e até mesmo conhecer gente nova pode ser um bom negócio para se manter longe de seus próprios pensamentos. É isso que foi comprovado por um estudo desenvolvido na Universidade Estadual de Oklahoma, nos Estados Unidos.

3. Pílula do “desamor”

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“Apaixonar-se é um estado semelhante de intoxicação, e é bem possível demonstrar, em estudos de neuroimagem, que áreas do cérebro que controlam julgamento crítico e processam emoções negativas são suprimidas durante o estado da paixão. Assim, em geral, nenhuma quantidade de raciocínio, e nenhuma quantidade de evidências sobre quão nociva a outra pessoa realmente é acabam penetrando na cabeça de alguém que está apaixonado”. Isso é o que pensa o psiquiatra Thomas Lewis, da Universidade de São Francisco, na Califórnia, Estados Unidos.

De acordo com o especialista, esquecer e deixar de amar não é algo automático e requer muito esforço, uma vez que o ato está diretamente ligado à mudança de comportamento do indivíduo que quer esquecer. Acontece, no entanto, que nem todo mundo é forte o suficiente para isso e acaba se entregando à autoflagelação.

Nesses casos, o jeito é esperar que uma pílula do desamor – que possa fazer ajustes neurotransmissores no cérebro dos apaixonados – seja inventada. Segundo o psiquiatra, embora pareça um projeto surreal demais para ser verdade, ele acredita que seja possível, no futuro, a existência de um medicamento para esse tipo de “moléstia”, já que está em fase de teste um outro remédio, capaz de blindar o cérebro dos efeitos do álcool, por exemplo.

4. Espere… o amor não dura muito

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Os românticos de plantão podem ficar escandalizados agora, mas cientistas apontam que o amor não dura muito tempo. Ou melhor: a intensidade apaixonada do sentimento é totalmente perecível. Segundo os estudiosos, o amor pode se aprofundar em um relacionamento longo, como em um casamento, mas nunca vai permanecer tão intenso e desconcertante quanto no começo das relações.

Sendo assim, sentar e esperar que o tempo faça efeito não parece uma das soluções mais rápidas e indolores para deixar de amar alguém, mas a ciência aponta que é uma das mais eficazes. Além disso, nesse meio tempo você pode se ajudar, fazendo exercícios físicos para liberar em seu corpo hormônios do bem-estar, como a dopamina; e abraçar o máximo que puder seus amigos, já que o toque é uma maneira de circular acitocina, hormônio que acalma os ânimos.

Anotou aí?