7 fatos sobre o McDonald’s que você não conhece

Não é só porque você é cliente de uma empresa, frequenta sempre seus restaurantes e está por dentro das alterações de seu cardápio que você sabe tudo sobre esse estabelecimento. Há inúmeras informações por aí que as empresas não costumam divulgar e que, na maioria das vezes, seus clientes, ou a maior parte deles, passam a vida inteira sem tomar conhecimentos sobre elas, sabia?

Isso não é diferente, por exemplo, com a rede de lanchonetes mais famosa do mundo, o McDonald’s. Como você vai perceber hoje, tem muitas curiosidades sobre a empresa que você e muita gente ainda não conhece, mas que vão adorar descobrir agora mesmo!

Confira, abaixo, a lista que preparamos com alguns fatos sobre o McDonald’s que você, provavelmente, nunca tinha ouvido falar por aí:

1. Maior distribuidor de brinquedo do mundo

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Muito maior que as demais marcas que, assumidamente, vendem brinquedos pelo mundo, o McDonald’s é o maior distribuidor de brinquedos do mundo. Isso tudo, claro, graças à venda do famoso McLanche Feliz, responsável por 20% das vendas da empresa.

2. Cardápios exclusivos

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Como está presente em diversas regiões do mundo o McDonald’s resolveu se adaptar às culturas e, assim, conseguir ainda mais consumidores. Na Índia, por exemplo, a rede vende sanduíches vegetarianos e, na Alemanha, tem cerveja em suas opções de bebidas!

3. Os famosos arcos

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Embora o mais comum seja ver os arcos do McDonald’s dourados, a verdade é que, ao redor do mundo, é possível ver esses símbolos ilustrados por diversas cores. Em Paris, por exemplo, exitem arcos brancos, só para combinar com os demais estabelecimentos da rua. Já, no Arizona (Estados Unidos), uma das lanchonetes não só tem arcos verdes, como todo o esquema de seu design é personalizado, também para combinar com a vizinhança.

4. A origem da logomarca

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A maioria das pessoas costumam pensar que os arcos amarelos da logo do McDonald’s representam batatas fritas, mas estão erradas. Aliás, no cardápio original da empresa nem haviam batatas fritas. O que esses símbolos representam, na verdade, é os arcos que realmente existiam na fachada do restaurante original do McDonald’s. Além do mais, esse se mostraram os símbolos perfeitos, já que os dois arcos juntos formavam a imagem de um “M”.

5. Imóveis McDonald’s

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O próprio fundador da rede de lanchonetes, Ray Kroc, diz que seu ramos de atuação é, na verdade, o setor imobiliário. Isso porque o foco da empresa sempre foi vender franquias do restaurante, mas sempre atentamente, já que um dos fatores mais importantes para garantir o sucesso de cada uma delas são os pontos comerciais. Um restaurante mal localizado, como já disse o fundador, pode falir.

6. Rap do McDonald’s

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Certa vez, como parte de uma campanha publicitária, o McDonald’s prometeu pagar 5 dólares para cada vez que a música de um rapper, mencionando a palavra “BigMac”, fosse ao ar nas rádio americanas. Acontece, no entanto, que o público da marca é infantil (pelo menos é o que eles contam por ai) e, como as letras desse estilo musical não costumam ser muito inocentes, a empresa foi bastante criticada e deixou de lado essa jogada de Marketing.

7. O processo do café

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Ser processada deve ser um rotina para o McDonald’s, já que se trata de uma empresa gigantesca e está em todos os lugares do mundo (exceto em Cuba). Mas o processo movido contra a marca que se tornou mais famoso até hoje aconteceu em 1994. Na época, uma senhora de 71 anos, chamada Stella Liebach pediu um café, em uma das lojas da rede. Mas, ao pegá-lo, acidentalmente, deixou o líquido cair em seu colo.

Devido à temperatura elevadíssima da bebida, a senhora sofreu queimaduras nos membros inferiores de até terceiro grau e precisou passar por tratamentos dolorosos e cirurgias reconstrutoras. A conta do hospital, no fim das contas, superou os 1o mil dólares.

Stella, então, não exitou em procurar a justiça e processa a rede. Como, no final, foi provado que o café estava mesmo aquecido a uma temperatura muito superior á considerada segura pelo próprio McDonald’s, a mulher recebeu uma indenização de 480 mil dólares, claro, depois de muita discussão nos tribunais.