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Cientistas descobrem que ômicron causa menos dano ao pulmão

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos da América (EUA) e também do Japão descobriram que a variante Ômicron causa menos dano ao pulmão.

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos da América (EUA) e também do Japão descobriram que a variante Ômicron causa menos dano ao pulmão. Portanto, foram feitos diversos testes para esta descoberta.

Sendo assim, um desses procedimentos teve de ser a análise de 129 camundongos e hamsters que estavam com a contaminação de diversas cepas do vírus. Por isso, uma delas era a variante do novo coronavírus, a Ômicron. 

Durante as avaliações do grupo de pesquisa foi possível notar que as infecções pulmonares tiveram um efeito mais leve se compararmos com as outras variantes do SARS-CoV-2, por exemplo. 

Ômicron causa menos dano ao pulmão

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Vale lembrar que um dos maiores problemas do vírus é a capacidade de provocar infecções pulmonares, que é a doença clínica e a alteração com a B.1.1.529. Contudo, após avaliações diversas combinações de mutações em 3 laboratórios diferentes no consórcio da Avaliação de Evolução Viral (SAVE) do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, foi possível notar que a Ômicron causa menos dano ao pulmão.

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Para a descoberta foi necessário o uso da tomografia microcomputada para entender melhor as anomalias nos pulmões dos 269 camundongos e hamsters. Sendo assim, a comparação foi feita com a cepa Delta. Ou seja, a B.1.617.2 que testou positivo pela primeira vez em uma pessoa na Índia. 

Portanto, os animais com o vírus Delta tiveram sintomas e sequelas nos pulmões mais graves do que os que se infectaram com a Ômicron. Além disso, os camundongos com a infecção Beta perderam uma quantidade significativa de peso. No entanto, os animais com o Ômicron mantiveram o peso. 

Contrapartida

Cientistas descobrem que ômicron causa menos dano ao pulmão

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Apesar da Ômicron não apresentar grande gravidade, os cientistas perceberam também que ela tem maior facilidade de permitir a contaminação das outras variantes. Ou seja, expressam hACE2. Porém, isso também pode ser uma boa notícia para a criação de novas vacinas.

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