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Objetos de 300 anos descobertos em Minas Gerais viram atração local

Diversos objetos de 300 anos foram descobertos no município de Mariana, em Minas Gerais (MG), por arqueólogos.

Diversos objetos de 300 anos foram descobertos no município de Mariana, em Minas Gerais (MG). Arqueólogos acreditam que as descobertas frequentes são por conta do rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015. 

Sendo assim, depois de 6 anos desde a tragédia, vários objetos de 300 anos foram descobertos em Minas Gerais. Especificamente, a praça Gomes Freire, uma das atrações turísticas de MG. 

Portanto, os artefatos do século 18 foram descobertos enquanto operários faziam as obras de requalificação no terreno para compensar o que aconteceu com a barragem. A ação é da Fundação Renova e da prefeitura mineira para elevar o turismo no local e gerar maior economia. 

Sobre os objetos descobertos em Minas Gerais

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Dentre os artefatos descobertos os arqueólogos revelaram, por exemplo:

  • Bolinhas de gude
  • Cabeças de boneca de porcelana
  • Cachimbos
  • Cerâmicas dos escravos no século 18
  • Conchas
  • Cravos de ferro
  • Garrafas de vidro
  • louças
  • Moedas de vários períodos
  • Pingentes de metais
  • Ossos de boi, frango e porco
  • Vasilhas de pedra de sabão
  • Vidros de tinteiros

Por isso, o local indica que poderia ter um chafariz no local onde pessoas jogavam moedas para fazer desejos. Além disso, um lugar onde crianças brincavam com bonecas e bolinhas de gude. Segundo especialistas, no local aconteciam várias festividades. Por isso, havia ossos de animais, cachimbos, vasilhas, garrafas e entre outras coisas. 

Praça Gomes Freire

Objetos de 300 anos descobertos em Minas Gerais viram atração local

Além dos objetos de 300 anos descobertos em Minas Gerais, os pesquisadores descobriram também que a estrutura da praça Gomes Freire possui um subsolo. Sendo assim, cortado em galerias de pedra. Dessa forma a suspeita é que as pessoas o usavam para levar água até as casas e chafarizes do centro histórico de Mariana.

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Todos os artefatos do século 18, portanto, serão preservados, catalogados, identificados e entregues ao Museu de Ciências Naturais da PUC-MG, em Belo Horizonte. E, por isso, servirão para futuras pesquisas. 

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