Curiosidades

Conheça o homem com a melhor memória do mundo

O homem com a melhor memória do mundo revelou sua técnica. E o melhor, ela pode ser desenvolvida por qualquer pessoa.

Alex Mullen, é o homem com a melhor memória do mundo. Ele revela que antes de usar as técnicas de memorização tinha memória “abaixo da média”. Mas a realidade dele mudou a partir de alguns exercícios mentais.

O estudante de medicina de 24 anos, ganhou o título após colocar em prática o que aprendeu no livro Moonwalking with Einstein, escrito pelo jornalista Joshua Foer.

A melhor memória do mundo: Veja a técnica usada por ele

Após um ano estudando e colocando em prática as dicas dos livros, o americano ficou em segundo lugar no campeonato nacional. “Isso me motivou a continuar treinando, e acabei disputando o Mundial.”

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A melhor memória do mundo

O torneio mundial foi sediado na China, em Guangzhou. Foram 10 rodadas, e era necessário memorizar números, rostos e nomes.

A melhor memória do mundo: Veja a técnica usada por ele

E Mullen não decepcionou, precisou de 21,5 segundos para decorar um baralho de cartas. Ficando por um segundo na frente do antigo campeão Yan Yang.

O campeão ganhou também o recorde mundial de lembrar números, foram 3.029 em uma hora.

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A técnica usada é chamada por Mullen de “palácio mental”. É a mesma técnica usada por Sherlock Holmes para guardar memórias e fazer deduções.

“Palácio Mental”

Funciona assim: você guarda a imagem na sua cabeça em um lugar que você conheça bem, pode ser em casa ou em qualquer outro lugar bastante conhecido seu. Para memorizar basta deixar uma imagem de cada item em pontos específicos do seu lugar imaginário.

A melhor memória do mundo: Veja a técnica usada por ele

A técnica é usada desde 400 a.C. Cada pessoa usa uma forma diferente para agrupar as memórias. Mullen usa um modelo de duas cartas para memorizar um baralho. Naipes e números viram fonemas: se o sete de ouros e o cinco de espadas estão juntos, por exemplo, o americano diz que os naipes formam o som “m”, ao passo que o sete vira um “k”, e o cinco, “l”.

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O jovem afirma: “Faço o possível para promover as técnicas de memória para outras pessoas, porque elas são úteis na vida cotidiana. Quero mostrar que podemos usá-las para aprender mais coisas, não apenas competir.”

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Fonte: BBC

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