O jeito PERFEITO de pedir desculpas, segundo a Ciência

Quem nunca pisou na bela e teve que pedir desculpas à alguém? Embora todo mundo reconheça a importância desse ato para tentar restabelecer as relações depois de um mal entendido, a verdade é que pedir desculpas não é fácil. Além de exigir uma boa dose de humildade, há sempre o risco do outro não enxergar verdade em seu pedido e, assim, não aceitar sua tentativa de reconciliação.

Mas, será que existe um jeito certo de fazer isso? Será que existe uma fórmula perfeita para pedir desculpas e conseguir conquistar a empatia da outra pessoa?

Mesmo não se tratando de uma “receita de bolo”, pronta e irreparável, os cientistas da Ohio State University descobriram os elementos perfeitos para o pedido de desculpas perfeito. Segundo o estudo, as desculpas mais eficientes, embora montada de formas diferentes, incluem 6 “ingrediente”:

. Expressar arrependimento;

. Explicar o que houve de errado;

. Admitir a responsabilidade;

. Fazer uma declaração de arrependimento;

. Oferecer ajuda para reparar a situação;

. Fazer um pedido de perdão;

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Para chegar a essa conclusão, o estudo ouviu 755 voluntários, para os quais uma história foi apresentada. No cenário hipotético, o candidato a um emprego, durante a entrevista, admite que fez algo errado no antigo trabalho. Dentre os vários pedidos de desculpa supostamente feitos pelo candidato, os convincentes tiverem alguns desses elementos listados.

Para pedir desculpas e convencer

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Mas, calma lá, se você já estiver planejando um pedido de desculpas longo e elaborado demais. As melhores reconciliações, segundo os voluntários, contiveram dois dos ingredientes do pedido de desculpa perfeito. Admitir que havia errado e oferecer uma forma de consertar o problema se mostraram boas apostas, por exemplo.

Uma coisa foi realmente conclusiva, no entanto: pedir somente perdão não convenceu ninguém! Quem diria, hein!?

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Agora que você já sabe pedir desculpas, talvez seja o momento de descobrir OUTRA coisa: 9 truques infalíveis para ganhar uma discussão.

Fontes: Mental Floss, Revista Galileu