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Professor usa roupa alusiva à Ku Klux Klan e Seduc o afasta da função

Um professor usou uma roupa alusiva à Ku Klux Klan dentro da Escola Estadual Amaral Wagner, em Santo André, São Paulo.

Um professor usou uma roupa alusiva à Ku Klux Klan dentro da Escola Estadual Amaral Wagner, em Santo André, São Paulo. Sendo assim, foi afastado de suas obrigações pela Secretaria da Educação do Estado (Seduc-SP) depois de usar as vestes referente à organização racista. 

O docente, que dá aulas de história, foi visto por diversas pessoas enquanto andava pelo pátio da escola com as roupas da Ku Klux Klan. O caso foi descoberto somente na última segunda-feira (20). No entanto, aconteceu no começo deste mês (08) durante a Semana Temática e da Olimpíada.

Por isso, diversos alunos e educadores escolheram trajes diferentes para participar do desfile de fantasia. Foi quando o professor usou uma roupa alusiva à Ku Klux Klan. O registro foi feito por alunos que filmaram toda a situação. 

Pronunciamento do deputado do PSOL

Devido ao acontecimento, o professor e deputado estadual, Carlo Giannazi (PSOL) divulgou o vídeo do professor que usou uma roupa alusiva à Ku Klux Klan no Twitter. Além disso, comentou que acha uma atitude inaceitável a do docente.

Ademais, o político foi o responsável por acionar a Seduc e também a Diretoria da escola. Giannazi acrescentou ainda a frase “Racistas, não Passarão!”. Em seguida, a atlética do colégio divulgou uma nota de esclarecimento. 

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Escola sobre o professor usar roupa alusiva à Ku Klux Klan

Segundo a nota de esclarecimento do instituto de ensino, depois que o professor chegou no pátio foi vaiado. Sendo assim, teve de se retirar do local devido às duras críticas feitas pelos próprios estudantes, membros do grêmio e atlética. 

Depois disso, retirou a roupa da organização racista e apresentou esclarecimentos diante da direção da escola. De acordo com a nota da instituição, o professor percebeu o erro cometido e pediu desculpas. Mesmo assim, o docente foi afastado de suas obrigações pela Seduc.

Além disso, a previsão é de que retorne às suas funções somente após a finalização da investigação preliminar. O caso segue sendo apurado por uma comissão inter-racial. A escola ressalta também que não aceita nenhum tipo de discriminação e injúria racial e trabalha na formação de toda a rede com a Trilha Antirracista, e apoia um ambiente solidário, colaborativo, acolhedor e seguro.

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