História

Sodoma e Gomorra existiram, e foram destruídas por meteoros

Sodoma e Gomorra, se você não se lembra, são aquelas cidades bíblicas que de tanto pecarem, foram destruídas por Deus com fogo e enxofre.

Sodoma e Gomorra só fica atrás da Arca de Noé, quando o assunto é destruição nas histórias cristãs. Segundo a Bíblia, Sodoma e Gomorra eram duas cidades da região de Israel, que estavam afundadas em suas práticas imorais. Para acabar com aquela perversidade, Deus as teria destruído com fogo e enxofre.

Como a maioria das histórias da Bíblia, ninguém tem certeza ao certo se aconteceram realmente, ou funcionam mesmo como parábolas. Pelo menos até agora.

Arqueólogos fizeram duas descobertas recentes. A primeira é as cidades de Sodoma e Gomorra realmente existiram, em uma região de Israel. A segunda, é que elas teriam sido destruídas por um meteoro.

Meteoro

Sodoma e Gomorra existiram, e foram destruídas por meteoros

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Há mais de uma década, arqueólogos vem fazendo escavações no atual território de Israel. Ele descobriram que a nordeste do Mar Morto, cidades da Idade de Bronze viveram por ali por mais de dois mil anos. Entre elas estavam Sodoma e Gomorra.

As cidades, vilas e assentamentos daquela região teriam sido completamente destruídas por um meteoro. “Estamos desenterrando o maior sítio arqueológico da Idade do Bronze na região, provavelmente a própria Sodoma bíblica”, descreveram os pesquisadores no site do Tall el-Hammam Excavation Project.

As paredes teriam desaparecido a mais de 3 mil anos, como mostra os indícios. O que sobrou foram os vestígios dos alicerces.

A evidência do meteoro é a fusão de certos elementos no local. O maior exemplo são os cristais de zircão encontrados em revestimentos, reforçando a teoria do meteoro, uma vez que esses elementos só são capazes de se fundir diante altíssimas temperaturas.

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Sustentação da teoria

Sodoma e Gomorra existiram, e foram destruídas por meteoros

Você deve estar se perguntando: se houve um meteoro, não deveria haver uma cratera?O questionamento é sólido, porém, a resposta é não. O argumento se sustenta por que casos semelhantes já aconteceram.

Por exemplo, há pouco mais de um século, uma explosão na Sibéria destruiu dois mil quilômetros quadrados. A falta de cratera sugere que um meteoro explodiu entre 5 e 10 quilômetros acima da superfície terrestre.

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Fonte: Galileu

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