7 casos de pena de morte em que as execuções falharam

Falar sobre pena de morte é sempre polêmico. Isso porque, assim como religião e futebol, cada um tem sua visão de mundo e defende conceitos segundo seus próprio valores. Mas nós, do Segredos do Mundo, já abordamos esse assunto algumas vezes, com matérias que mostram como foram as últimas refeições de presos condenados à morte e que listam as coisas aparentemente comuns que dão pena de morte na Coreia do Norte.

No Brasil, como todo mundo deve saber, essa punição não existe, mas em outros 58 Países pelo mundo, a pena de morte é algo legalizado, especialmente para crimes como homicídios, estupro, corrupção e tráfico de drogas. Nesses lugares, a pena de morte é executada de várias maneiras, incluindo apedrejamento e decapitação.

Nos Estados Unidos, onde a pena de morte existe em alguns Estados, os métodos de execução usados são a cadeira elétrica e a injeção letal, por serem considerados recursos mais rápidos e até indolores de tirar a vida de um condenado. No entanto, como você vai ver hoje, há casos relacionados à execuções mal sucedidas de pena de morte na Terra do Tio Sam que dão arrepios.

Na lista que preparamos abaixo, você confere 7 desses casos reais. Na maioria das vezes, como você vai perceber, a injeção letal foi a protagonista de todos esses problemas, causando dores desnecessárias nos prisioneiros e situações traumáticas para aqueles que testemunhavam as execuções.

Confira, abaixo, alguns casos de pena de morte em que as execuções falharam:

1. 18 tentativas de aplicação da injeção letal

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Romell Broon cumpriu 25 anos de prisão por estupro e assassinato, em Ohio, nos Estados Unidos. Seu pedido de clemência da pena de morte foi negado pelas autoridades e sua execução marcado. No entanto, os responsáveis pela execução não conseguiam encontrar veia para a aplicação da injeção. O próprio condenado tentou ajudar, mas depois de 18 tentativas mal sucedidas, sua morte foi adiada pelo Estado.

2. Sobreviventes da cadeira elétrica

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Mas Romell Broom não foi o único preso americano a sobreviver à pena de morte. Em 1946, um outro condenado, de 17 anos, sobreviveu à execução na cadeira elétrica, resistindo à descarga de 2,5 mil volts.

3. Banho de sangue

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Outra execução mal sucedida, que deixou muita gente traumatizada, aconteceu em 1988. As testemunhas ficaram sujas de sangue do preso, quando a seringa voou do braço do condenado.

4. Veia estourada

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Outro caso de pena de morte que chocou os Estados Unidos foi a de Clayton Lockett, de 38 anos. A execução do preso não saiu como o previsto. Segundo relatos, 40 minutos depois da aplicação da injeção letal, que tinha uma combinação nova de drogas, ele acabou sofrendo um ataque cardíaco. O preso sofreu convulsões até morrer.

De acordo com o responsável pelo Departamento Prisional, que fala a respeito do assunto, a veia de Clayton estourou. Isso teria impedido a absorção das drogas pelo organismo de maneira correta.

5. Capuz em chamas

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Outra execução de pena de morte que não funcionou bem e que rendeu sofrimento ao condenado aconteceu nos Estados Unidos, na década de 90. Aliás, para falar a verdade, foram duas, ambas na Flórida. Segundo relatos dos casos, os oficiais usaram esponjas erradas na preparação da cadeira elétrica e, com a descarga, o capuz na cabeça dos prisioneiros acabou ficando em chamas.

6. Asfixia na cadeira elétrica

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Também na década de 90, na Flórida, a execução de Allen Davis foi uma das que marcou a história da pena de morte nos Estados Unidos e virou notícia no mundo todo. Isso porque o preso sofreu hemorragia nasal e ficou com várias queimaduras na cabeça, nas pernas e na virilha. Segundo a perícia, Davis ainda morreu asfixiado por uma correia que o prendia à cadeira elétrica e não, propriamente, da descarga letal.

7. Fluxo contrário

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Fechando a lista, outro caso de pena de morte com execução conturbada aconteceu em Illinois, também nos Estados Unidos. Depois da aplicação da injeção letal, as drogas acabaram direcionadas para a mão do condenado,  ao invés de irem direto ao coração, como é previsto. Dizem que o preso sofreu dores terríveis.

E você, o que acha da pena de morte?