7 cemitérios mais bizarros ao redor do mundo

Cemitério não é um lugar nada agradável, apesar do que grupos de adolescentes de preto possam dizer por aí. Tanto que a maioria das pessoas não visitam esse lugares em vida e alguns cemitérios estejam na lista dos lugares mais assustadores do mundo, como você já leu aqui, no Segredos do Mundo.

Mas, apesar de todos os pesares, sabia que existem cemitério mundo à fora que PRECISAM ser conhecidos? Não porque eles não sejam sinônimo de morte e de mortos, mas porque suas características são tão diferenciadas que merecem ser considerados os cemitérios mais bizarros do mundo.

Alguns desses cemitérios inusitados, aliás, você vai conhecer hoje, na lista que preparamos. Como você vai ter oportunidade de conferir, eles são tão estranhos que se tornam interessantes, especialmente porque são completamente diferentes dos cemitérios que você já tenha visto.

Por exemplo, sabia que existe cemitério construído no meio de um restaurante? E o que dizer de pessoas que não são sepultadas, mas que têm seus caixões suspensos em penhascos há muitos metros do chão? Tenso, né?

Mas, acredite, esses estão longe de ser os cemitérios mais bizarros de nossa seleção. Há muito mais excentricidades ao redor do mundo, quando ao assunto é a morte, que você poderia imaginar algum dia. Quer ver?

Conheça os 7 cemitérios mais bizarros ao redor do mundo:

1. Cemitério secreto da vergonha

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Um dos cemitérios mais fora do normal no mundo inteiro, com certeza, é o Oise Aisne, na França. O lote E do lugar não se trata de uma área aberta para visitação dos que já partiram e só pode ser visitado pelo gerente do cemitério. Mas, por quê?

Porque nessa área restrita estão enterrados 94 corpos de americanos que foram mortos na Segunda Guerra Mundial. Eles teriam sido executados por cometer crimes capitais. Como castigo eterno, eles estão sepultados em túmulos simples, sem qualquer tipo de identificação pessoal, a não ser o número de série que cada um deles recebeu no cemitério.

2. No meio de uma pista de aeroporto

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Se tem uma coisa que Richard e Catherine Dotson não conseguiram depois da morte foi o descanso eterno. Isso porque seus corpos foram enterrados em um área em que hoje está construída uma das pistas do aeroporto de Savannah, no estado de Georgia, Estados Unidos.

Mas, os Dotsons não foram parar ali por acaso. Antes da construção do aeroporto começar, o local era um cemitério. Na época, todos os parentes dos demais “residentes” do local concordaram na remoção dos corpos, exceto a família de Richard e Catherine.

O resultado foi que os corpos permaneceram, mas a pista do aeroporto foi construída normalmente, em volta dos túmulos. Hoje em dia é possível ver dois retângulos no meio do asfalto, que são os túmulos, quando o aeroporto é visto de cima.

3. No estacionamento do Walmart

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E se o supermercado que você frequenta tivesse um cemitério no estacionamento? Parece absurdo demais para ser real, mas isso realmente existe na Georgia (novamente). No caso, um dos cemitérios mais antigos do lugar, o histórico Crowley, criado em 1800, é que faz parte do estacionamento do Walmart.

Contam que o cemitério da família Crowley foi criado ali para que seus mortos descansassem em paz, no topo do que era um morro, afastado da cidade. No entanto, o lugar cresceu mais que o pessoal do século 19 poderia imaginar e, hoje, quem vai ao supermercado pode até levar uma flor para algum dos 13 Crowley ali enterrados.

4. Casinhas coloridas dos espíritos

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Esse cemitério todo colorido que você vê na foto fica em Eklutna, no Alasca. Ele está na lista de uma dos mais bizarros cemitérios do mundo devido à existência de casinhas coloridas, chamadas casas dos espíritos, no lugar dos túmulos tradicionais e sombrios com os quais estamos acostumados.

Dizem que essas pequenas edificações em torno das sepulturas se trata de uma mescla dos ritos fúnebres russos, da Igreja Ortodoxa de São Nicolas; e dos ritos fúnebres do próprio Alasca. Dessa forma, além da edificação, as casinhas são pintadas com as cores que representam a família do morto.

O mais curioso é que eles fazem as casinhas para que elas se desintegrem juntamente com o corpo sepultado. Para isso, o segredo é jamais fazer manutenção em nenhuma delas.

5. Cemitério no penhasco

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E, que tal pendurar caixões, ao invés de colocá-los embaixo da terra? Embora pareça algo inconcebível, é isso que faz do cemitério da região de Sagada, nas Filipinas, um dos cemitérios mais bizarros em todo o mundo. Segundo explicam os entendedores da cultura local, esse costume é milenar e é seguida por várias famílias da região até hoje.

6. No tronco de uma grande árvore

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E, quando o assunto é a Indonésia, as diversas tribos dali mantém costumes, no mínimo, estranhos quanto aos funerais e os mortos em si. Nas aldeias de Toraja, por exemplo, eles costumas desenterrar os cadáveres uma vez por ano e passear com eles, como você já viu nessa outra matéria aqui.

Os corpos de crianças e de recém-nascidos, por outro lado, não costumam ser enterrados na terra. Segundos os costumes locais, eles são depositados em pequenos buracos no tronco das maiores árvores do lugar. Esses buracos, por sua vez, são cobertos com portas de madeira,

7. Cemitério em mesas de um restaurante

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E o que você faria se entrasse em um restaurante e se deparasse com sepulturas ali? Se fosse no Brasil, com certeza, você sairia correndo, mas na Índia, as pessoas até levam o assunto na esportiva.

O New Lucky é um restaurante que acabou sendo erguido em um local onde antes era um cemitério. O dono do estabelecimento, no entanto, só descobriu isso quando já tinha pago o terreno para a construção e, como já era tarde demais para procurar outro lugar, resolveu aproveitar esse detalhe bizarros na “decoração” do restaurante.  Foi assim que o salão onde a comida é servida foi erguido ao redor de sarcófagos verdes, que não parecem espantar a clientela.

E, você, acrescentaria outros cemitérios bizarros a esta lista?

Agora, falando em cemitérios, anote essa dica, porque você pode precisar dela algum dia (ou não): E se você for enterrado vivo? Descubra como se salvar.

Fonte: Atlas ObscuraRevista Galileu