Construção extraterrestre pode estar enviando ondas de rádio à Terra

Se existe vida fora da Terra, ainda não dá para dizer com certeza, mas, a cada dia, mais indícios têm deixado os cientistas confusos sobre a possibilidade de vida extraterrestre. Um desses indícios, aliás, são os sinais de rádio vindos do espaço, que vem sendo captados pelos telescópios terrestres desde 2007.

Ao que tudo indica, já foram interceptados 18 desses sinais até hoje, embora ainda não seja possível para os astrônomos identificar a origem dessas ondas. Alguns especialistas sugerem que os tais sinais de rádio possam ser emitidos pela união de dois buracos negros ou que tenham surgido do resultado da morte de alguma estrela.

Onda extraterrestre

Entretanto, essa não é uma opinião unânime. Cientistas de Harvard acreditam na possibilidade de que os sinais sejam enviados por construções extraterrestres. Dá para acreditar?

Essa, aliás, não é a primeira vez que ondas misteriosas são detectadas no espaço. Situação parecida já foi relatada aqui, nessa outra matéria (clique).

Rajadas Rápidas

Conforme estudos divulgados pelo The Astrophysical Journal Letters, as Rajadas Rápidas de Rádio, como foram batizadas as ondas de energia, são realmente fugazes. Em todas as vezes que o sinal foi captado, ele durou menos de 5 milissegundos.

Os cientistas acreditam que, por não conseguirem desvendar a origem das ondas até hoje, elas podem não ter sido enviadas por elementos naturais, mas por geração artificial. É aí que entra a possibilidade de alguma construção extraterrestre estar enviando o sinal.

Mas, segundo o líder do estudo científico e físico de Harvard, Avi Loeb, não é trabalho dos pesquisadores afirmarem se os sinais são alienígenas ou não. Para ele, a única missão do grupo de estudo é apresentar provas e teorias que permitam esclarecer do que se tratam as ondas de energia.

E aí, o que você acha que pode ser? Para ressaltar ainda mais essa “pulga que colocamos atrás de sua orelha”, não deixe de conferir ainda: 7 indícios de que não estamos sozinhos no Universo.

Fonte: Vix, IOP Science