História

Idiomas mais antigos do mundo – Quais são, origens e curiosidades

Já se perguntou como surgiram os idiomas? Quais os idiomas mais antigos do mundo? De onde eles vieram? E curiosidades sobre línguas e idiomas.

Por Emilly Krishna

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Desde os primórdios, o ser humano se destaca devido sua capacidade de comunicação. Seja por gestos, imagens ou letras. Falando nisso, já se perguntou quais são os idiomas mais antigos do mundo? E como será que tudo isso começou?

Basicamente, usamos a língua em todos os momentos de nossa vida. E o mais interessante é que civilizações de várias regiões do mundo – sem nem mesmo conhecerem a existência uma das outras -, criaram idiomas diversificados.

Como por exemplo, a primeira língua falada que se tem testemunhos gráficos, suspeita-se, pode ter sido a Suméria. Você já tinha ouvido falar nisso?

Basicamente, suas primeiras inscrições tem origem em 3000 a.C. Além do mais, o seu alfabeto é cuneiforme, ou seja, gravada com objetos em forma de concha.

Abaixo, com você vai ver, selecionamos muito mais informações e curiosidades sobre este e outros dos idiomas mais antigos do mundo.

Os idiomas mais antigos do mundo

1- Indiano indo-iraniano

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Vale ressaltar que, a até meados do ano 1000 a.C., essa língua era dividida em duas partes: a primeira é o ramo indiano ou indo-ário; e a outra, iraní ou persa.

Sobretudo, o ramo indiano desenvolveu-se no noroeste da Índia. Porém, sua história pode ser dividida em três grandes etapas: o indiano antigo, que inclui o védico e o sânscrito.

Assim sendo, o indiano médio possui dialetos vernáculos do sânscrito, chamados prácritos. Dentre eles, procede o páli, que é a língua sagrada dos textos budistas, e ainda o indiano novo ou moderno.

Sobretudo, as línguas mais relevantes desse idioma, são o híndi e o urdu. Tanto é que a híndi, a qual tem origem no sânscrito, é falada por cerca de 180 milhões de hindus. Por outro lado, a segunda, de origem persa, é considerada a língua dos muçulmanos.

No mais, existem outras línguas indianas. Como por exemplo, o bengali, o qual é falado por mais de 120 milhões de pessoas em Bengala e Bangladesh.

Além dessas, o penjabi, o biari, o cingalês, que é o idioma oficial do Sri Lanka e o romani, que é a língua dos ciganos. Vale destacar que cerca de 150 milhões de pessoas falam as 23 línguas dravídicas, principalmente no sul da Índia.

Inclusive, dentre essas, quatro têm condições para serem idiomas oficiais. São eles o tamil, télugo, canará e malaio. Basicamente, eles contam com produção literária e escrita autônoma.

2- Língua japonesa

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A priori, essa língua é falada por mais de 120 milhões de pessoas somente no Japão. Ela ainda é falada por mais de 200 mil no Havaí, por 200 mil nos Estados Unidos e por quase 400 mil no Brasil.

Aliás, uma curiosidade sobre essa língua é que não existem relações entre ela e outros idiomas. Inclusive, a única semelhança é no léxico com as línguas do leste da Ásia, como as tibetano-birmanas e as austro-asiáticas.

Assim sendo, a partir do século VIII em diante, os caracteres da língua chinesa passaram a ser utilizados como sinais fonéticos. Ou seja, cada signo representava uma sílaba.

Porém, um século depois, esses caracteres foram abreviados. Por isso, deram lugar à aparição de dois silabários japoneses ou kana, que consistem em um “sinal que representa uma sílaba”: o katakana e o hiragana.

O mais interessante, contudo, é que logo depois da II Guerra Mundial, o número de caracteres de representação desse idioma caiu para 1.850. Porém, depois de um tempo, esse número acabou subindo novamente para 2 mil. Vale destacar que isso foi tudo um processo para tentar simplificar a língua escrita.

3- Hieróglifos

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Primeiramente, os hieróglifos podem ser definidos como uma escrita sagrada, a qual era usada no Egito antigo. Inclusive, era uma escrita reservada às pessoas que supostamente tinham poder divino, como sacerdotes e membros da realeza.

Sobretudo, alguns estudiosos afirmam que essa escrita pode ter começado em tempos pré-históricos, por meio de imagens. Aliás, foram eles que estabeleceram símbolos para todas os sons consonantais da língua. Tanto é que durante 3000 anos constituíram a linguagem monumental do Egito.

Porém, a última inscrição conhecida de hieróglifos é do ano de 394 d.C., quando o Egito era uma província romana. Até porque muitos acreditam que vários hieróglifos foram propositadamente obscurecido pelos escribas sacerdotais. Basicamente, a intenção era tornar os sinais e o conhecimento incompreensíveis para a maioria dos egípcios.

Inclusive, somente em 1822, um linguista francês conseguiu provar que aqueles desenhos podiam formar palavras relacionadas com as imagens. Portanto, daí em diante, os homens do Ocidente começaram a compreender a linguagem e o próprio povo egípcio, até então misterioso.

4- Torre de Babel – História da Torre de Babel

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Primeiramente, vale contar sobre a Torre de Babel, não é mesmo? A história, aliás, é contada no Antigo Testamento, no livro de Gênesis.

A Bíblia, então, conta que a torre foi construída na Babilônia, pelos descendentes de Noé. Inclusive, eles montaram a torre com a intenção de eternizar seus nomes.

Basicamente, eles queriam construir uma torre para alcançar o céu. Porém, esse ato soberbo não agradou tanto assim a Deus.

Portanto, para castigá-los, Ele confundiu as línguas das pessoas e as espalhou por toda a Terra.  A intenção era que, devido à soberba, eles não conseguissem mais se comunicar umas com as outras.

O mais interessante de tudo é que a história da Torre de Babel tem inspiração no templo de Marduk. Esse nome, em hebraico, é Babel ou Bavel e significa “porta de Deus”.

Sobretudo, vale destacar que hoje em dia, esse mito é visto como uma tentativa dos povos antigos de explicarem a diversidade de idiomas. Inclusive, ainda restam no sul da antiga Mesopotâmia, ruínas de torres que se ajustam perfeitamente à torre de Babel descrita pela Bíblia.

Além do mais, foram os fenícios os responsáveis pelo alfabeto Árabe, grego, hebraico e latino. Sobretudo, esses povos eram chamados de sidônios no Antigo Testamento, e de fenícios, pelo poeta Homero. Foram eles, aliás, que fundaram as primeiras povoações na costa mediterrânea, por volta de 2500 a.C.

5- Língua Persa – História da Língua Persa

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Primeiramente, essa língua é a mais significativa no ramo iraniano. Basicamente, ela faz parte da subfamília das línguas indo-iranianas, que pertencem ao conjunto indo-europeu. Além do mais, ela é o o idioma do Irã, o qual antes era conhecido como Pérsia.

É também falada no Afeganistão e, em forma arcaica, no Tajiquistão e na região de Pamir. Sobretudo, o persa, ou iraniano moderno emprega o alfabeto árabe e possui uma literatura rica e extensa.

10 curiosidades sobre as línguas e o idioma

1- A língua mais antiga do mundo

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Primeiramente, vale ressaltar que os estudiosos ainda não conseguiram saber ao certo sobre quais foram os idiomas mais antigos do mundo. Escolher um só, então, é praticamente um tiro no escuro. Portanto, eles não sabem ao certo qual foi a “língua mãe” de todas as outras já existentes.

Sobretudo, os especialistas estudam o surgimento da língua com duas hipóteses: primeiramente, a linguagem pode ter surgido ao mesmo tempo em vários lugares. E, depois, que ela pode ter surgido em um único lugar, e de lá se espalhado para outras regiões.

Assim sendo, após alguns estudos pelos cérebros humanos,  cientistas descobriram que o idioma mais antigo, possuía um vocabulário pequeno. Além do mais, era composto por termos concretos, palavras para indicar coisas corriqueiras, como andar, comer e correr. E também era composto por um sistema fonético bastante simples.

Porém, de acordo com eles, pela nossa condição de construção social e cultural, mesmo se já tivessem descoberto qual é a “língua mãe”, ela não seria mais da mesma forma. Pois, nós já teríamos a modificado.

2- A linguagem é genética

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A priori, deve se destacar que a aptidão para a língua é sim de natureza genética. Porém, o idioma que falamos é cultural. Até porque nós não nascemos com um gene para a língua portuguesa, não é mesmo?

Além do mais, alguns estudiosos explicam que da mesma forma que uma ave passou a servir para o voo, nós também evoluímos e desenvolvemos estruturas e circuitos neuronais próprios para a linguagem. Por isso, nosso cérebro é programado para comportar línguas.

Tanto é que já foi constatado que nossa espécie nasce programada para se comunicar e falar. Além do mais, nós conseguimos aprender, mesmo que não nos ensinem. Pois é exatamente essa pré-disposição cerebral que orienta os idiomas em torno de uma estrutura semelhante.

Até porque todos nós, até mesmo pessoas surdas e mudas, produzimos sílabas, palavras e fonemas. Inclusive, eles também conseguem emitir sons e ruídos para tentarem se comunicar.

3- Por que é tão difícil falar sem sotaque?

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Primeiramente, é difícil pois o sotaque é uma particularidade linguística. Assim sendo, essa particularidade a qual não passa despercebida, é um indicativo de pluralidade cultural. Sobretudo, a pronúncia aprendida juntamente com a língua pode se tornar distinta e imperfeita em determinados fonemas.

Aliás, essa característica pode mudar de região para região. Ou então de grupo social, etnia e de pessoa para pessoa. Sobretudo, o sotaque se distingue de ritmo, ênfase ou distinção entre sons.

Uma curiosidade que podemos destacar é o fato das crianças não pegarem o sotaque de primeira. Isso se dá justamente por elas terem uma facilidade a mais de aprender a linguagem sem sotaque. Pois, como já explicamos, nós nascemos com a capacidade de aprender qualquer tipo de idioma.

E como os bebês ainda estão em processo de formação, o cérebro e a laringe, por exemplo, ainda estão em formação. Portanto, na medida que o bebê vai crescendo ele vai selecionando os sons que ouve com mais frequência. Ou seja, os sons que não pertencem ao de sua língua nativa acaba sendo esquecido.

E já na fase adulta a maturação desses mecanismos e do ouvido estão completas em cima da língua de origem. Além do mais, a flexibilidade do sistema articulatório é reduzida e o sotaque se torna mais evidente. Sobretudo, mesmo estando adulto, ainda existem pessoas que sentem dificuldades de aprender a língua de origem.

4- Por que estrangeiros acham difícil pronunciar “ão”?

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Primeiramente, cada grupo linguístico possuem pronúncias tipicamente deles, tanto é que elas funcionam como uma senha sonora, a qual é mais conhecida como xibolete. Sobretudo, vale destacar que ele se difere do sotaque, pois designam os sons característicos de um grupo linguístico, em vez de particularidades de pronúncias

Portanto, da mesma forma que você pode ter dificuldade de falar o “th” americano, ou o “ch” do alemão, eles também poderão encontrar dificuldades na nossa língua.

5- A palavra saudade só existe no português?

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Primeiramente, vale destacar que os sentimentos são universais. Portanto, todas as pessoas sentem saudade de algo ou alguém. Porém, alguns idiomas não dispõem de uma palavra em específico para isso, como nós brasileiros usamos.

Basicamente, o vocabulário de cada idioma demonstra um recorte cultural diferente. Desse modo, eles são feitos por seus falantes de acordo com visões de mundos distintos. Tanto é que as dificuldades da tradução surgem como um tipo de choque cultural a nível linguístico.

Por fim, vale destacar que a língua é um produto dos hábitos de nossos antepassados, que na medida em que se tornaram gerais, viraram regras. Portanto, o uso da língua não é questão de escolha pessoal. E sim uma imposição da língua, na qual o sujeito não pode escapar.

6- Por que algumas línguas eslavas invertem o acento circunflexo?

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A priori, em alguns idiomas, como o tcheco e o croata esse acento possui um nome próprio, o “hatchek”. Assim sendo, sua função nesses idiomas é indicar a pronúncia das letras. Sobretudo, de acordo com alguns estudiosos a criação desses acentos evidencia os reflexos da religião sobre a língua.

Como por exemplo, nos povos eslavos existem dois alfabetos. Enquanto, os ortodoxos de influência grega adotam o alfabeto cirílico, os países ocidentais, como a república Tcheca, seguidores da Igreja Romana utilizam o alfabeto latino.

Inclusive, vale ressaltar que no alfabeto dos povos eslavos ocidentais foi criado um sistema com fonemas diferentes do alfabeto cirílico. Assim sendo, os acentos surgiram com a função principal de substituir reuniões, como o tch ou sh, por um sinal gráfico, o qual é chamado de diacrítico.

7- Por que o francês “calcula” os números?

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Basicamente, tudo se iniciou quando o território da França ainda correspondia a Gália, a terra dos personagens Asterix e Obelix. Assim sendo, com a conquista do território de gália, os romanos impuseram a língua latina, a qual deu origem ao francês moderno.

Porém, a língua conservou características do céltico, o qual não tinha base decimal, só o número 6. Além do mais, esse sistema se estendia um pouco mais. Tanto é que para os gauleses, um século correspondia a um espaço de 120 anos.

Desde então, os franceses contam com dezenas próprias somente até o número 60. Como por exemplo, para dizer 90, eles dizem quatre-vingt-dix. Ou então, quatro vezes vinte mais dez. Inclusive, esse sistema numérico também está presente em outros povos de origem celta, como o gaélico dos irlandeses.

A título de curiosidade, vale destacar que a base 6 originária da Babilônia pode estar mais presente no nosso cotidiano do que imaginamos. Tanto é que você pode reparar que o dia tem 24 horas, duas metades de 12, e cada uma formada por 60 minutos.

8- Quantos alfabetos tem o japonês?

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Primeiramente, vale destacar que o japonês possui cinco sistemas de escrita. Dentre eles estão o alfabetos hiraganas, katakana, kanji e o alfabeto latino (romaji), o qual é usado principalmente na transliteração do japonês. Além desses ainda tem os algarismos indo-arábicos, os os números utilizados pelos ocidentais.

Sobretudo, a maior parte do alfabeto é escrito em kanji. Até porque ele é o alfabeto escrito por milhares de ideogramas, os quais possuem um significado próprio e nem sempre correspondem a um som. Além do mais, o kanji já tem mais de 15oo anos e por isso é o alfabeto japonês mais antigo.

Inclusive, foi por meio de simplificações dele que surgiu os demais. Como por exemplo, o alfabeto hiragrama, que é conhecido como “letra das mulheres”. Basicamente, ele era conhecido dessa forma, pois as mulheres nobres usavam esse alfabeto em seus diários. Até porque elas não podiam estudar, e por isso escolhiam simplificar as letras do kanji.

Sobretudo, esse alfabeto foi inventado no final do século IX e representou as palavras nativas do Japão e suas terminações verbais. Já o alfabeto katakana é empregado na escrita de palavras estrangeiras e onomatopeias. Inclusive, ambos  são silabários e compreendem 48 caracteres.

Portanto, a escrita japonesa pode seguir o modelo chinês, dispondo o texto em colunas lidas da direita para a esquerda. Além de fazer a leitura em linhas ordenadas da esquerda para a direita, como é no Ocidente,

9- Quais alfabetos leem da direita para a esquerda?

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A priori sabemos do japonês. Porém, além do japonês, ainda tem os alfabetos árabes e hebraicos, em que eles também são lidos da direita para a esquerda. Inclusive, ambos são predominantemente consonantais e não distinguem de palavras maiúsculas e minúsculas. Para nós isso é quase impossível de se entender, não é mesmo?

Sobretudo, o alfabeto árabe é composto por 28 letras e apenas três vogais longas. E já as vogais curtas são representadas por sinais diacríticos, os quais são posicionados sobre as consoantes. Além do mais, o diacrítico serve para identificar a função sintática que a palavra exerce na frase. Ou seja, dizer se ela é verbo, sujeito ou objeto direto.

Uma outra curiosidade que podemos destacar é a variação da grafia de acordo com a posição da letra na palavra. Ou seja, para quase todas as letras tem uma forma diferente de se escrever. Inclusive, no hebraico algumas letras são escritas de uma forma diferente quando estão no final da palavra.

Enquanto as vogais são sinalizadas por pontos ao redor das consoantes, chamados nekudot. Portanto, mesmo que as vogais facilitem o aprendizado da língua, elas não são representados no dia a dia. Ou seja, o falante acrescenta as vogais no processo da fala, e se ele quiser também.

10- O esperanto acabou?

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Primeiramente, o esperanto foi uma língua artificial, ou melhor foi quase uma língua de laboratório. Basicamente, essa língua teve início com o médico polonês Ludwik Zamenhof, em 1887. Uma vez que ele tenha criado essa língua com o propósito de auxiliar a comunicação internacional.

Sobretudo, o esperanto foi uma das tentativas de se criar uma língua universal, para facilitar a comunicação entre as pessoas de qualquer nacionalidade. Inclusive, ela teve influências de línguas latinas, germânicas e eslavas.

Contudo, essa língua ela não se popularizou como foi esperado. Porém, vale destacar que ela já foi falada por mais de 2 milhões de pessoas, no fim dos anos 90. Aliás, ela ainda é presente em comunidades internacionais. Vale ressaltar também que até a Wikipédia tem uma versão nessa língua.

Deste modo, seu crescimento não popularizou, por inúmeros motivos. Dentre eles, entra o fato de que as línguas dominantes, como por exemplo o inglês, não se interessam em outra língua, para não perder a posição de dominante. Outro fato que ajudou a não ocorrer a expansão dessa língua, foi por razões políticas, e não linguísticas.

O que achou dessa matéria sobre os idiomas mais antigos do mundo?

Leia mais: 10 palavras mais difíceis de traduzir no mundo

Fontes: Infoescola, Terra, Idiomas e culturas

Imagens: Infoescola, Idiomas e culturas, Youtube, Blasting news, Vortex mag, Mensagens com amor, Infoescola, Como comprar um apartamento, Nihongo Autodidata, Super prof, Termine seus estudos, Cleofas, Wkipédia, Veja, Viagens

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