Seu cocô pode revelar mais sobre você que você imagina

Fezes, cocô, “deus-me-livre” e do que mais você quiser apelidar. Seja lá qual for o nome que você dá para sua “obra de arte” no banheiro, a verdade é que eu cocô pode revelar muito mais sobre você que, um dia, você poderia imaginar de sua própria m$%d@!

E olha que isso não é uma coisa que nós, do Segredos do Mundo, estamos inventando não! A própria Ciência descobriu (e ninguém precisa parar para imaginar como aconteceu essa descoberta, certo?) que o cocô humano pode revelar coisas não só sobre sua saúde física, mas também sobre seu estado psicológico.

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De acordo com cientistas da Universidade de Tecnologia do Texas, nos Estados Unidos, os micróbios que habitam nosso intestino e, claro, no seu cocô; influenciam diretamente nosso cérebro, muitas vezes como a ação de várias drogas psiquiátricas.

Cocô, bactérias e estato psicológico

Agora, se você está se questionando o que uma coisa tem a ver com a outra, a gente explica: além de “morar” dentro de você, estar presente no seu cocô e ajudar na produção de vitaminas, bem como na quebra de energia dos alimentos; as bactérias intestinais produzem várias outras substâncias químicas nesse seu habitat.

Muitas dessas substâncias químicas, como a Ciência vem percebendo recentemente, têm influências neuroquímicas. Ou seja, há quem acredite que elas sejam as responsáveis diretas pela comunicação dos neurônios e pela regulação do nosso humor.

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Aliás, não é raro ver por aí males intestinais que têm ligações com depressão e ansiedade, sabia?

A esperança dos cientistas é que, no futuro, um simples exame de fezes permita descobrir se uma pessoa está ou não depressiva. Resumidamente: as informações serão “lidas” em seu cocô.

O cocô e a Ciência

E, embora tudo isso pareça uma grande piada, a questão do cocô e das coisas possíveis de serem notadas nele são reais. Inclusive, conforme testes e análises feitas com macacos, os estudiosos acreditam que muitos transtornos neurológicos, como autismo e hiperatividade, tenham relação com problemas gastrointestinais.

E, como alterar as bactérias de um organismo é milhões de vezes mais simples que alterar seus traços genéticos, a aposta da Ciência para o futuro é mesmo que o cocô seja levado mais a sério. A expectativa é que ele seja visto como um verdadeiro mecanismo de alerta, em casos específicos como os que já descrevemos.

E você sabia que seu cocô poderia ser assim, tão importante?

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Fonte: Galileu