História

Deusa Diana, quem é? História e curiosidades sobre a divindade

A deusa Diana é a divindade romana que corresponde à Ártemis na mitologia grega, sendo protetora da Lua, da caça e da natureza

A deusa Diana é uma divindade virgem da mitologia romana que equivale à Ártemis na mitologia grega. Nesse sentido, é também a divindade da Lua, da caça e protetora da natureza. Ademais, é padroeira das mulheres e das meninas, defendendo as guerreiras e amazonas no mundo.

Apesar da delicadeza de suas representações, Diana é uma divindade feminina muito poderosa e forte. Além disso era vista como frígida por seus semelhantes na mitologia romana porque nunca se casou. Acima de tudo, comprometeu-se em casar-se com a natureza e mantê-la protegida independente de tudo.

Sendo assim, a sua virgindade é uma característica básica e fundamental sobre sua imagem. No geral, a representação da deusa Diana no mundo envolve uma mulher próxima à algum animal com um arco e flecha preso ao corpo. Mais ainda, existem estátuas e ilustrações que colocam a Lua como elemento representativo de sua divindade.

Por outro lado, sua proximidade com os animais e natureza dão a ela um aspecto austero e selvagem, quase animalizado. Portanto, encontrar feras selvagens, como leões ou lobos, é comum em decorrência de sua natureza protetora e audaciosa. Por fim, conheça mais sobre a deusa Diana a seguir:

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Deusa Diana, quem é? História e curiosidades sobre a divindade
O Banho de Diana – François Clouet

História da deusa Diana

A princípio, assim como na mitologia grega com Ártemis, a deusa Diana é filha de Júpiter e de Latona. Ademais, é irmã gêmea de Febo, que representa Apolo. Curiosamente, a principal característica de sua história envolve a súplica a seu pai para que nunca precisasse se casar.

Ainda que Júpiter tenha se mantido temoroso sobre a não perpetuação de sua linhagem, permitiu que a filha se permanecesse casta. Sobretudo, o sofrimento da jovem comoveu o deus, que percebeu sinceridade e boas intenções nessa medida. Por outro lado, seu filho Febo mantinha-se constantemente na esbórnia e boêmia, em especial com Baco, o deus do vinho.

Comumente, Febo e Diana, assim como Ártemis e Apolo, representam esferas opostas na natureza. Ou seja, enquanto Febo é a luz solar, a deusa Diana é a luz lunar, a encarnação da noite. Entretanto, não se sabe ao certo na mitologia qual dos dois nasceu primeiro, e a história muda ainda que ambos permaneçam como gêmeos na narrativa.

Acima de tudo, o desenho de Diana em não se casar envolveu o medo de viver como esposa e perder sua liberdade. Também temia não poder proteger a natureza e caçar livremente. Sendo assim, desejou ao seu pai em seu aniversário que pudesse circular livremente pelas matas. Como consequência, animais como o cervo são representantes dessa divindade, por conta da força, delicadeza e liberdade

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Diana e Acteão

Curiosidades sobre a divindade

Porque é uma divindade virgem e casta, a deusa Diana atraía diversos pretendentes que prometiam ser capazes de mudar sua decisão. Além disso, parte dos deuses menores e semideuses viam sua virgindade como um desafio, enfurecendo-a sem limites. Como exemplo, pode-se citar Acteão, um caçador que a viu desnuda, tomando banho em um rio.

Logo em seguida, a deusa Diana sente-se enfurecida e envergonhada acreditando que ele havia a perseguido até ali. No entanto, a história narra, ainda que com muitas incógnitas, que ele estava caçando na região e ficou hipnotizado pela cena. Apesar disso, a divindade não aceita suas desculpas e o transformam em um cervo com couro manchado e chifres longos.

Curiosamente, as principais estátuas dessa divindade trazem Acteão na forma de cervo ao seu lado. Porém, o mito apresenta um fim trágico, porque os cães de caça do homem o matam durante uma caçada. Em resumo, porque perdeu sua habilidade fala, não pôde ter reconhecimento pelos animais que o atacaram.

Por outro lado, existem mais histórias dessa natureza, como a transformação de Adónis em um javali após desafiar a deusa Diana em um caça. Mais ainda, condenou titãs e monstros a virarem pedras e criaturas repugnantes por simplesmente pensarem em estuprá-la. Desse modo, consagrou-se como uma deusa impiedosa e firme em suas ações.

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