10 curiosidades sobre o cérebro humano que você não sabe

Nenhuma máquina que o homem possa inventar em toda a história da humanidade poderá ser tão completa, complexa, perfeita e engenhosa quanto o cérebro humano. Isso porque eles se trata de uma ferramenta e um motor incomparável, responsável por controlar tudo em nosso corpo (e, segundo boatos, fora dele) de forma consciente e inconsciente.

O mais incrível de tudo é que, mesmo que a Ciência já tenha desvendado tantos atributos e funções do cérebro humano, a verdade é que ainda há muitas novidades sobre esse órgão a serem descobertas. Algumas dessas novidades, aliás, são tão recentes que você, com certeza, ainda não sabe.

E olha que nós, do Segredos do Mundo, adoramos tratar sobre o assunto! Como você deve se lembrar, já publicamos por aqui matérias que provam de que seu cérebro está sempre no comando e até já ensinamos algumas formas incríveis de enganar o cérebro humano. Mas, nada disso é suficiente para desvendar a complexidade de nosso cérebro.

Há muito, muito mais curiosidades sobre o cérebro humano que você ainda não sabe. Algumas dessas informações, no entanto, você tem oportunidade de conhecer agora, na lista que disponibilizamos abaixo.

Confira 10 curiosidades sobre o cérebro humano que você não sabe:

1. Não sente dor

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Apesar de ser o responsável pela interpretação das dores que você sente em todo o corpo, o cérebro, em si, não sente dores. Aliás, é por isso que as cirurgias no cérebro podem ser feitas com o paciente acordado e, às vezes, até fazendo coisas como tocar ou cantar enquanto os médicos operam o órgão.

2. Mais de 160 mil quilômetros de vasos sanguíneos

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Parece até uma ignorância, mas é verdade. Mas, esse não é o único número espantoso relacionado ao cérebro humano. Esse órgão, relativamente pequeno, em seus 2 quilos (em média), abriga 100 bilhões de neurônios, conectados por 100 trilhões de sinapses; e  pode armazenar 1.000 terabytes de informações. Agora os 160 mil quilômetros de vasos sanguíneos nem parecem tão absurdos assim, não é?

3. O cérebro de Albert Einstein foi conservado

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Em 1955, quando um dos maiores gênios da humanidade faleceu, a Ciência considerou uma heresia a perda de um cérebro tão brilhante e representativo. Foi assim que o Dr. Thomas Harvey, mesmo sem autorização da família, retirou e guardou o cérebro de Einstein.

O problema foi que o cérebro do cientista sumiu durante 23 anos, juntamente com o tal legista. Foi um jornalista que o encontrou depois de mais de duas décadas. O médico, então, admitiu que ainda estava com o órgão e que havia partido o cérebro de Albert Einstein em 240 partes e o preservado em potes com o formaldeído.

4. Os lados do cérebro humano são diferentes

Você já deve saber que o cérebro humano é composto por dois lados, chamados formalmente de hemisférios. Apesar de toda a controversa história de que um lado é mais racional (esquerdo) e outro mais emocional (direito), a verdade é que os tais hemisférios são realmente diferentes e trabalham de forma invertida. Ou seja, se você fere a perna esquerda, por exemplo, a dor vai ser processada pelo lado direito de seu cérebro.

Mas a informação mais impressionante sobre o cérebro humano, com certeza, é que é possível sobreviver mesmo se um dos lados desse órgão parar completamente.

5. Cérebro de mulheres é 10% menor que o dos homens

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Mas, na questão evolutiva, isso não é nenhuma vantagem para os homens, sabia? No caso, é o cérebro das mulheres, 10% menor, que contam com mais células nervosas.

No caso do funcionamento, a ciência aponta que o cérebro das mulheres é mais voltado ao lado emocional e subjetivo. No caso dos homens, no entanto, o cérebro tem uma “orientação” mais racional e objetiva.

6. O cérebro humano é mais ativo durante o sono

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É durante aquele sono bom e relaxante que o cérebro humano mais trabalha e assimila informações, sabia? Aliás, há até estudiosos que apostam que esse fato possa estar ligado ao nossos sonhos.

A ciência, inclusive, já comprovou que pessoas com maior QI tendem mais a sonhar e que dar aquela dormidinha durante o dia, logo depois do almoço, de preferência; ajuda o cérebro humano a ter mais disposição para o trabalho e o estudo, por exemplo.

7. Sonhos podem ser manipulados pelo cérebro humano

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E, por falar em sonhos, sabia que o cérebro humano pode, realmente, manipular os sonhos que temos? O filme “A Origem”, aliás, mostra um pouco disso.

Na vida real, esse tipo de acontecimento tem até nome, sonhos lúcidos, e se trata de um fenômeno descoberto na década de 1880 (isso mesmo, velho, velho), pelo psiquiatra alemão Frederik Willem van Eeden. Mas, mesmo não se tratando de algo novo, as pessoas só começaram a prestar atenção nos tais sonhos lúcidos depois de 1960.

8. A ciência ainda não sabe porque rimos

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Obviamente, a risada está ligada à forma de funcionamento do cérebro humano e nos permite dar risadas a partir dos 4 meses de vida. No entanto, a Ciência ainda não descobriu porque rimos, nem porque o riso é contagioso, porque julgamos certas situações engraçadas e, muito menos, como várias pessoas podem achar graça da mesma piada.

Aliás, esse é um fenômeno que só acontece com os humanos, sabia? A não ser no caso das hienas que riem, mas não porque acham graça das coisas.

9. O tamanho do cérebro humano não significa muita coisa

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Como você já percebeu no tópico que compara os cérebros masculinos e femininos, a verdade é que um cérebro grande não é sinônimo de vantagem alguma. No caso de Albert Einstein, por exemplo, o cérebro mais leve que costuma ser o cérebro de um adulto (1,23 kg, enquanto a maioria pesa 1,40 kg) e, no entanto, poucas pessoas no mundo pensaram tanto e tão bem quanto ele.

10. O QI mais alto do mundo é 210

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Você sabe quanto é o seu QI? Se for maior que 210, você precisa publicar isso rápido! Porque, atualmente, o coreano Kim Ung-young detém esse título.

Ele, que nasceu em 1962, começou a falar aos 6 meses de idade e, aos 8 meses, já entendia cálculos de álgebra que você nunca passaria perto. Aliás, aos 4 anos de idade, ele já frequentava o curso de física da Univerdade de Hanyag. Depois de se formar, continuou seus estudos na NASA. É mole?

Em 1978, no entanto, aos 16 anos, ele descobriu que queria mesmo era trabalhar na engenharia civil. Aí, então, ele começou a estudar e se tornou doutor na área.

Loucura, loucura, não achou?

E por falar no cérebro humano, é melhor você ficar em alerta e descobrir essas 6 coisas que estão matando seu cérebro lentamente.

Fontes: Oddee, Hypescience