6 bizarrices sobre a caneta Bic que você nem imaginava

Parte do dia-a-dia de todo mundo, a caneta Bic passa despercebida até pelo tamanho de sua popularidade. Achou isso contraditório? Calma que a gente explica: elas estão sempre tão presentes que às vezes, nem percebemos que a usamos!

Quando pedimos uma caneta emprestada para anotar um endereço ou um número, quando usamos a caneta do entregador para assinar o recibo, quando pegamos assinamos cheques e documentos com aquelas canetas presas por correntes, em bancos e lotéricas. Você pode não prestar atenção, mas 90% das vezes, são exemplares das canetas Bic que ali estão! Doido, não?

E é por ser tão comum em nossa vida, que a marca Bic não é conhecida profundamente. Assim, para desvendar de vez o segredo dessas canetas que, praticamente, dominaram o mundo; separamos abaixo, algumas curiosidades ocultas que você, provavelmente, nem imaginava sobre a Bic.

Confira alguns segredos da caneta BIC que você nem imaginava:

1. Tinta que não acaba mais

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Bom, claro que isso é um exagero, mas a verdade é que a caneta Bic foi feita para oferecer o máximo possível de durabilidade. Sua tinta proporciona, por exemplo, que as pessoas escrever o equivalente a 3 quilômetros e uma única vez (se por acaso alguém quisesse fazer o teste, em linha reta, para ver até onde a caneta aguenta).

Além disso, outra vantagem dessa marca é que, por ter aponta esférica (caneta esferográfica, né!?) fica muito mais fácil fazer traços em quaisquer direções, se comparada com a ponta afiada das canetas-tinteiro.

2. Química simples

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De forma geral, a fórmula química das tintas da caneta Bic é a mesma, composta basicamente por um elemento principal, diluído em água ou óleo.

O que diferencia suas cores, no entanto, é simplesmente a predominância de alguma matéria-prima na composição: na azul, por exemplo, é o ferro; enquanto na preta, o elemento predominante é o carbono.

3. O furinho

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Aparentemente sem função, aquele furinho no “corpo” da caneta Bic é extremamente importante para a fluidez de sua tinta, como você confere a explicação detalhada nessa outra matéria aqui.

4. A origem 

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As canetas esferográficas – muito mais práticas que as antigas canetas-pinteiro, que precisavam ser recarregadas – foi idealizada em 1938, pela produtora Birô, na Hungria. Apesar disso, esse estilo de caneta só se tornou popular quando um funcionário da fábrica de canetas-tinteiro, chamado Marcel Bich, se “inspirou” na ideia das esferográficas e lançou sua própria linha desse modelo.

Aliás, para quem não percebeu, foi aí que nasceu as canetas Bic, cujo nome foi derivado do sobrenome de seu criador, o “Bich”.

5. Além da escrita

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E, se você achava que as canetas Bic são usadas apenas para escrever, uma surpresa: ela também já foi usada em procedimentos cirúrgicos emergenciais. Isso mesmo, como nos filmes, em que traqueostomias improvisadas são feitas, colocando a caneta na garganta ou no diafragma de pessoas com parada respiratória.

6. “Ponto de bala”

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Embora o material externo do corpo da caneta seja do mesmo material que o dos copos plásticos descartáveis, o poliestireno, a ponta esférica da caneta Bic é feito de algo muito, mais muito mais resistente que as pessoas podem imaginar. Isso porque a esfera dessas canetas é feita de carbureto de tungstênio, o mesmo material usado para a fabricação de balas de revólver. Só a título de curiosidade, esse material é quatro vezes mais resistente que o aço!

Nem sabia disso tudo, não é mesmo? Tomara que tenha gostado!

E, depois de discutir sobre o furinho polêmico da caneta Bic, que tal desvendar a funcionalidade desses outros? Descubra a utilidade de 12 furinhos polêmicos.

Fontes: Manual do Mundo, Superinteressante, Mega Curioso, Pandalargo