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Lâmpada fluorescente, o que é? Origem, funcionamento e curiosidades

A lâmpada fluorescente consiste numa invenção por Nikola Tesla que chegou ao mercado em 1938 e substituiu modelos menos eficientes.

A lâmpada fluorescente consiste numa invenção por Nikola Tesla que chegou ao mercado em 1938. Sendo assim, possui grande eficiência em relação às lâmpadas de filamento. Sobretudo, emite maior energia eletromagnética em forma de luz. Portanto, não gera tanto calor e aquecimento na estrutura elétrica.

No geral, são compostas por um tubo de vidro revestido com fósforo branco, com vapor de mercúrio e argônio sob baixa pressão. Ademais, há ainda filamentos e eletrodos com revestimento de óxido. Basicamente, ao ser submetido a uma tensão, essa estrutura produz luz visível.

Em resumo, o funcionamento da lâmpada fluorescente acontece quando os filamentos se aquecem e emitem elétrons com o gás ionizado. Logo em seguida, a corrente elétrica agita o vapor de mercúrio que por sua vez produz luz ultravioleta. No entanto, essa luz não é visível e somente o fósforo do revestimento consegue fazer com que emita uma luz brilhante.

Ou seja, a luz está ligada, a energia elétrica aquece o cátodo suficientemente para que haja emissão elétrons com o nome emissão termiônica. Além disso, no interior da lâmpada fluorescente ocorre a conversão de energia elétrica em luz de forma mais eficiente. Em outras palavras, há menor gasto energético do que as lâmpada incandescentes.

Lâmpada fluorescente, o que é? Origem, funcionamento e curiosidades
Nikola Tesla

Origem da lâmpada fluorescente

A princípio, a história das lâmpadas começam a partir do desenvolvimento das lâmpadas incandescentes em 1809. Nesse sentido, por volta de 1930 existiam modelos diferentes, sendo o mais recente as lâmpadas de vapores de sódio ou de mercúrio. Comumente, tinham alta potência luminosa através da ionização dos fases em seu interior.

Porém, em 1939, Nikola Tesla apresentou a lâmpada fluorescente ao mercado consumidor, como uma alternativa eficiente e prática em relação aos outros modelos. Sobretudo, publicitou o produto sobre o fato de que emitia mais energia luminosa e menos calor. No geral, grande parte das lâmpadas da época aqueciam os locais em que se utilizava.

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Ademais, desde o princípio apresentou eficiência e durabilidade, sendo de duas a quatro vezes mais eficientes que as lâmpadas incandescentes. Por outro lado, ainda tinham uma vida útil acima de dez mil horas de uso, chegando até vnte mil horas de uso. Em contrapartida, suas concorrentes duravam somente mil horas.

Em adição, houve ainda a questão de economia, porque economizava 80% da energia comum necessária para seu funcionamento. Portanto, o consumo não era um problema, de modo que pudesse fazer parte das casas de famílias de baixa renda porque não haviam alterações estratosféricas nas medições de energia.

Posteriormente, desenvolveu-se modelos de lâmpada fluorescente em outros formatos, o que foi uma outra possibilidade. Antes de mais nada, os formatos e posicionamentos possíveis para as lâmpadas anteriores era limitado, o que não agrada os consumidores. Sendo assim, a invenção permitiu que os consumidores tivessem mais liberdade em suas residências quanto a iluminação.

Lâmpada fluorescente, o que é? Origem, funcionamento e curiosidades

Curiosidades sobre o mecanismo

No geral, a lâmpada mais popular atualmente é a de LED, que tem vidas úteis longas e durabilidade garantida. Além disso, não são compostas por substâncias tóxicas, pois não utilizam de gases como mercúrio em sua composição. Curiosamente, 98% dos componentes desses produtos são recicláveis.

Por outro lado, estima-se que as lâmpadas fluorescentes não possam ser deixadas no lixo comum ou em aterros sanitários. Em resumo, a composição contendo mercúrio e fósforo a transforma em um contaminante químico. Portanto, polui o ar, solo, lençóis freáticos, rios, animais e como consequência o homem.

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Sendo assim, há um impacto direto na cadeia alimentar e ecossistema. Dessa forma, precisa-se destinar a lâmpada fluorescente para empresas de reciclagem que possuem um tratamento próprio. Ademais, estima-se que outras desvantagens de seu uso envolvem luz difusa, porque não gera um feixe focalizado como em farol ou lanterna.

Também pode provocar interferências de rádio ou em eletrônicos pela emissão de potentes ondas eletromagnéticas. Por fim, cria dores de cabeça a partir da cintilação de alta frequência em ritmo constante. Aliás, ainda interfere em fotografias e filmagens devido a oscilação.

E aí, aprendeu sobre a lâmpada fluorescente? Então leia sobre Sangue doce, o que é? Qual a explicação da Ciência

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