Curiosidades

25 instrumentos médicos medievais bizarros e aterrorizantes

Os primeiros instrumentos médicos feitos na era medieval eram bizarros e intimidantes, no entanto abriram espaço para as ferramentas modernas.

Os instrumentos cirúrgicos são itens feitos desde a pré-história. Trefinas ásperas para a realização de craniotomias redondas foram descobertas em sítios neolíticos em muitos lugares.

Acredita-se que os xamãs os utilizavam para liberar espíritos malignos e aliviar dores de cabeça e traumas na cabeça causados ​​por feridas infligidas pela guerra.

Na Antiguidade, cirurgiões e médicos na Grécia e em Roma desenvolveram muitos instrumentos engenhosos feitos de bronze, ferro e prata, como bisturis, lancetas, curetas, pinças, espéculos, trefinas, bem como fórceps, sondas, dilatadores, tubos, facas cirúrgicas, etc.

Aliás, eles ainda estão expostos em vários museus médicos ao redor do mundo. A maioria desses instrumentos continuou nas salas de hospitais durante a Idade Média, embora com uma melhor técnica de fabricação. Conheça 25 exemplos de instrumentos médicos medievais a seguir.

25 instrumentos médicos medievais bizarros e aterrorizantes

1. Seringa

Certamente, nada se refere tanto a medicina quanto uma seringa. Inicialmente, as seringas de enema eram feitas de latão do século XVII ou marfim do século XVIII, até as de vidro e aço inoxidável do século XX, todas claramente feitas para durar muito mais do que nossas modernas versões descartáveis.

2. Microscópio

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Embora a ideia de ampliar objetos com duas lentes de vidro posicionadas uma em frente à outra tenha surgido já no início do século XVI , demorou algum tempo até que tal instrumento fosse construído.

Desse modo, o fabricante de óculos holandês Hans Janssen e seu filho Zacharias são geralmente creditados com a criação desses microscópios compostos.

Os dois construíram o que provavelmente foi o primeiro microscópio composto na última década do século XVI. Aliás, ele tinha uma ampliação com ajuste entre 3x e 9x.

3. Estetoscópio

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A auscultação imediata pode ser um procedimento complicado, principalmente para pacientes do sexo feminino. Em 1816, o médico René Laennec se viu em uma dessas situações.

Ele enrolou algumas folhas de papel grosso em forma de tubo e aplicou o tubo no peito da mulher em vez de em sua orelha. Posteriormente, ele fez um instrumento mais durável de madeira e o chamou de estetoscópio, ou seja, era um modelo monoaural que consistia em um tubo preso a orelha.

4. Máscara da Peste Negra

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Este capacete excêntrico é sem dúvidas um dos instrumentos médicos medievais mais famosos. Com efeito, ele servia como uma espécie de “máscara de gás” primitiva para médicos na Europa do século XVII, projetada para proteger seu usuário dos odores desagradáveis ​​associados à peste.

Além disso, os médicos completaram o visual com um chapéu de abas largas, casaco comprido e bengala de madeira (o que lhes permitiu examinar os pacientes sem chegar muito perto).

5. Faca de Amputação

Os médicos usavam este instrumento para amputações durante o século XVIII. Essas facas eram tipicamente curvas porque os cirurgiões tendiam a fazer um corte circular através da pele e do músculo antes que o osso fosse cortado com uma serra.

Por volta de 1800, as facas retas tornaram-se instrumentos mais populares porque tornavam mais fácil deixar um retalho de pele que poderia ser usado para cobrir o coto exposto.

6. Serra de Amputação

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Enquanto alguns cirurgiões optaram por ostentar sua riqueza com serras elaboradamente decoradas como esta, as fendas nas intrincadas gravuras provaram ser um terreno fértil para germes.

7. Removedor de Flechas

Não se sabe muito sobre este instrumento, mas supõe-se que os médicos o colocavam no ferimento em uma posição contraída, com o eixo central usado para segurar a flecha.

Ademais, as lâminas, que parecem ter suas bordas perfurocortantes para fora, afastavam a carne ao redor da flecha para evitar que a ponta da flecha rasgasse a carne enquanto o médico a retirava.

8. Sanguessuga Artificial

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A sangria com sanguessugas era um tratamento tão popular para uma série de condições médicas que uma sanguessuga artificial surgiu em 1840 e era um instrumento frequente nas salas de cirurgias.

Dessa forma, as lâminas rotativas do instrumento cortariam um ferimento na pele do paciente, enquanto o cilindro produzia um vácuo que sugava o sangue.

9. Bússola Hirtz

Os médicos usavam este instrumento para determinar onde as balas estavam exatamente no corpo para que pudessem extraí-las com precisão.

10. Histerótomo/Metrótomo

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Este instrumento de nome histerótomo ou metrótomo servia para amputar o colo do útero durante uma histerectomia.

11. Litótomo

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O litótomo servia para cortar a bexiga para remover pedras. Em suma, o eixo continha uma lâmina oculta que foi inserida na bexiga e depois liberada usando uma alça de mola.

12. Aquecedor de próstata

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Esta pode não ser a ferramenta ‘mais assustadora’ no sentido comum do termo, mas com certeza é estranha. Inventado em 1918, o dispositivo consistia em uma sonda de 10 cm que era conectada à parede e depois inserida no reto. Foi dito que servia para “estimular o cérebro abdominal”, o que quer que isso signifique.

13. Escarificador

Escarificadores eram usados ​​na sangria. As lâminas com mola neste dispositivo cortariam a pele, e um copo de vidro arredondado especial poderia ser aplicado sobre a ferida. Assim, quando aquecido, ajudaria a tirar o sangue a um ritmo mais rápido.

14. Serra de crânio

As lâminas desta serra a manivela eram usadas para cortar seções do crânio, permitindo o acesso de outros instrumentos.

15. Enema de Fumaça de Tabaco

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O enema de tabaco era usado para infundir fumaça de tabaco no reto de um paciente para vários propósitos médicos, principalmente a ressuscitação de vítimas de afogamento.

Um tubo retal inserido no ânus foi conectado a um fumigador e fole que forçava a fumaça em direção ao reto. Pensava-se que o calor da fumaça promovia a respiração, mas dúvidas sobre a credibilidade dos enemas de tabaco levaram à popular frase “soprar fumaça pelo rabo”.

16. Guilhotina das amígdalas

Este método de remoção das amígdalas funcionava como uma guilhotina tradicional, cortando as amígdalas infectadas. Esse design de “dupla guilhotina” significava que ambas as amígdalas podiam ser removidas ao mesmo tempo.

No entanto, as guilhotinas de amígdalas foram substituídas por fórceps e bisturis no início do século XX por causa da alta taxa de hemorragia e à natureza imprecisa do dispositivo, que muitas vezes deixava restos de amígdalas na boca.

17. Extrator de bala

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Extratores de bala de corpo longo podem alcançar balas profundamente encaixadas no corpo do paciente. Ademais, extratores como este tinham uma ponta de parafuso que podia penetrar na ferida e perfurar a bala para facilitar a extração.

18. Dilatador Cervical

Este instrumento sevia para dilatar o colo do útero de uma mulher durante o trabalho de parto, com a quantidade de dilatação medida na balança pelo cabo. Contudo, esses dilatadores caíram em desuso porque muitas vezes causavam a ruptura do colo do útero.

19. Faca de circuncisão

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O ritual de circuncisão é feito em todo o mundo em graus variados e por motivos diversos, mas poucos instrumentos usados ​​no processo são tão intimidantes quanto esta faca européia do século XVIII.

20. Ecraseur

Os médicos usavam este instrumento para cortar hemorróidas e tumores uterinos ou ovarianos.

21. Pinças para hemorroidas

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Essas pinças eram instrumentos que os médicos usavam para segurar uma hemorroida entre as lâminas e aplicar pressão para interromper o suprimento de sangue, fazendo com que a hemorroida caísse.

22. Ferramenta de hérnia

Esta era uma ferramenta exclusiva que os médicos medievais usavam após a restauração de uma hérnia. Em suma, o médico a colocava no corpo perto da área afetada e ficava lá por uma semana para produzir tecido cicatricial que ajudaria a selar a hérnia.

23. Trefina

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Esta trefina era uma broca manual com uma lâmina cilíndrica que os médicos usavam para perfurar o crânio. A ponta no centro era muito útil para iniciar o procedimento e manter a lâmina no lugar durante o corte.

24. Espéculo Vaginal

Os espéculos existem ​​há milhares de anos e os médicos os utilizam para uma melhor visão e acesso à área vaginal (ou outras cavidades do corpo) expandindo-se após a inserção. Este exemplo europeu do século XVII, que parece usar um movimento de manivela para expandir, ademais é mais intimidador do que a maioria.

25. Chave dentária

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Por fim, fechando a lista de instrumentos médicos medievais temos a chave dentária ou dental. Em suma, quando um dente doía, só havia uma coisa que um médico podia fazer, arrancá-lo da boca do paciente.

Desse modo, a chave dental caberia sobre o dente agressor, o mais próximo possível das gengivas. O médico a apertava, depois torcia a maçaneta da chave até que o dente se soltasse do crânio.

Às vezes a extração quebrava outros dentes ou pior, a mandíbula. Ainda assim, até o século XX, isso era instrumentação odontológica de alta tecnologia.

Então, agora que você conhece os principais instrumentos médicos medievais, leia também: Torturas Medievais – 22 técnicas assustadoras usadas na Idade Média

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