Ciência & Tecnologia

Nasa analisa possibilidades e parcerias para inserir reator nuclear na lua

A Agência Espacial (Nasa) dos Estados Unidos da América (EUA) avalia as chances de inserir um reator nuclear na lua.

A Agência Espacial (Nasa) dos Estados Unidos da América (EUA) avalia as chances de inserir um reator nuclear na lua. Sendo assim, a ideia surgiu porque o último homem a pisar nesta grande massa foi Eugene Cernan, em 1972. Depois disso, somente sondas e rovers retornaram para a lua. 

No entanto, isso pode ser diferente em 2025. Razão disso, são os astronautas da missão Artemis que tem a meta de expandir um lugar no satélite para uma possível colônia lunar. Além disso, é um meio termo para que os seres humanos possam chegar também ao Planeta Marte

Por isso, é importante descobrir os lugares ideais para os astronautas se alojarem, o que devem comer,  encontrar fontes de água e também de oxigênio. Ademais, é de relevância ainda encontrar uma fonte de energia para fazer perdurar todos os procedimentos anteriores. 

Ideias de energia

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A melhor opção de energia até o momento seria um reator nuclear na lua, de acordo com a Nasa. Ou seja, deve-se descartar a possibilidade energética solar. O motivo é que uma noite lunar dura 14 dias. Sendo assim, o abastecimento seria insuficiente. 

Para fixar este reator nuclear na lua, a Nasa busca parceria de indústrias para projetar e criar essa tecnologia na lua. Portanto, a procura é feita com o auxílio do Departamento de Energia dos Estados Unidos da América (DOE).

Por isso, para ser eficiente o sistema deve conseguir fornecer até 40 quilowatts de energia. Essa potência é capaz de abastecer aproximadamente 30 casas no nosso Planeta, por exemplo. Além disso, tem que durar cerca de 10 anos. A energia seria para equipamentos de apoio para a vida, carregar automóveis lunares e outras necessidades básicas.

Histórico de projetos

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Em 2018, a Nasa apresentou eficácia no desenvolvimento de reatores nucleares com o kilopower. Esse é um produto sustentado por um cilindro de urânio-235. Portanto, chamou a atenção pelo pequeno tamanho, similar a um rolo de papel toalha. 

Além disso, nos tempos de teste mostrou ser capaz de fornecer estabilidade sem perigo para os mais diferentes ambientes. Também conseguiu propiciar 10 quilowatts de energia elétrica. Por isso, já abriu a mente de cientistas para desenvolver um reator nuclear na lua. 

Projetos e parcerias

A ideia também é usar o reator nuclear da lua para auxiliar espaçonaves de propulsões nucleares. Assim, os astronautas conseguem chegar com facilidade ao Planeta Marte. 

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Para fazer parcerias do desenvolvimento do reator nuclear na lua, as indústrias interessadas têm que enviar os projetos para a Nasa do dia 19 do primeiro mês do ano que vem.

Em seguida, os projetos passarão por uma avaliação pela Agência Especial e também pelo DOE. Com a aprovação, as ideias serão tiradas do papel e desenvolvidas durante um ano a partir da seleção. 

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