Curiosidades

O que tem nas batatas fritas do McDonald’s, afinal?

É fã das fritas do McDonald's? Sabem o que tem na "receita infalível" delas? O vídeo abaixo mostra como tudo é feito da fábrica da companhia e tudo o mais o que tem nas batatas fritas mais famosas do mundo. Veja.

Mundialmente famosas, as batatas fritas do McDonald’s fazem um sucesso gigantesco por serem crocantes no ponto certo e por, quase sempre, saírem com o mesmo sabor e com a mesma textura. Embora esse seja o motivo do amor declarado de tantos adeptos às fast foods mais populares do mundo, não é muito difícil perceber que alguma coisa muito industrial está por trás dessa receita infalível e misteriosa, não é mesmo?

Bom, para desvendar de vez o mistério das ‘fritas’ do McDonald’s, um apresentador (amante confesso das batatas da rede), Grant Imahara, resolveu investigar a produção desse item e descobrir como é o processamento desse item do menu da franquia e o que eles colocam para ter um sabor tão característico. Para isso, o cara foi até a fábrica da marca, em Idaho, nos Estados Unidos.

4

Como você vai ver no pequeno documentário, Imahara preferiu acompanhar todo o processo de produção das fritas de trás para frente e deixar um suspense no ar: será que eles realmente usam batatas? Você não vai precisar assistir todo o vídeo para conseguir essa resposta, porque já adiantamos logo que a resposta é positiva. O McDonald’s realmente usa o tubérculo na receita… o grande problema está no que vem junto com cada uma de suas fatias uniformes.

Continua após a publicidade

Isso porque, junto com as batatas quem compra as porções de fritas no McDonald’s ingere também outros 14 ingredientes, todos de origem químico-industrial, além de duas rodadas de fritura. Loucura, hein?

Processamento

Para que você entenda melhor o que rola na fábrica, Imahara conta que o processamento tem início com a seleção, a lavagem e o fatiamento mecânico das batatas. Essa última etapa é feita em um cortador, cuja esteira que atinge uma velocidade de até 100 quilômetros por hora!

destaque

Continua após a publicidade

Aí sim começa a mistura: as batatas, primeiro, são temperadas com um composto de óleo de canola, óleo de soja, óleo de soja hidrogenado, aromatizante natural de carne, trigo hidrolisado, leite hidrolisado, ácido cítrico e dimetilpolissiloxano, uma forma comestível de silicone. Em seguida, entra na receita um tipo de açúcar natural, chamado dextrose, que ajuda a manter a cor dourada assim que elas forem fritas no restaurante. Junto, também vai ácido de sódio, que é para evitar que tudo fique meio acinzentado; e sal, para conservar o sabor.

1

Continua após a publicidade

Mas, antes de ser congelada e enviada aos restaurantes, a batata ainda passa por um primeiro processo de fritura, na fábrica. E, para completar, nessa etapa é adicionado ao alimento um produto químico, à base de petróleo, chamado butilhidroquinona terciária, que também recebe o simpático apelidinho de BHOT.

3

Continua após a publicidade

Gostou? Espere então até saber que, quando fritas (de novo), para o consumidor final, esse processo é feito é uma mistura de óleos para fritura, com mais um pouquinho de nosso já conhecido BHOT e, claro, gordura hidrogenada ou trans, se preferir chamar assim (único ingrediente que é excluído na produção brasileira). Além de mais sal.

Veja o vídeo:

No final das contas…

Continua após a publicidade

2

Quer saber qual é o saldo final de tanta química e gorduras? A empresa calcula que cada porção média do produto contenha 288 calorias. E, junto com as batatas, você coma 4,1 gramas de proteína, 19,6 gramas de gorduras, 35 gramas de carboidratos e 309 miligramas de sódio.

Vai uma batatinha frita aí?

Continua após a publicidade

Próxima página »

Escolhidas para você